Autor: Laecía

  • Como Recuperar a Direção em 7 Dias

    Como Recuperar a Direção em 7 Dias

    Quando a dor apertou o peito… eu escolhi presença (meu plano simples de 7 dias)

    Se você também sentiu o mundo pesar, este é o passo a passo real que usei para acalmar o peito e recuperar direção em 7 dias — com presença, não com pressa.

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    O que mudou quando eu parei de lutar contra a dor

    Eu estava no limite. Peito apertado, vontade de dormir o dia todo, cabeça girando. Em vez de forçar, eu decidi escutar. Silenciei as notificações, sentei por três minutos e deixei o ar entrar. Foi simples — e foi o suficiente para eu lembrar que ainda tinha escolha. A partir dali, escrevi um plano de 7 dias que coubesse na minha vida real.

    Meu plano simples de 7 dias (o que fiz de verdade)

    1. Respiração de três minutos ao acordar (mãos no peito, contagem 4-4-4).
    2. Rotina feminina mínima: água morna + pele + um pequeno movimento do corpo.
    3. Palavra Âncora do Dia (escolhi “leveza”) e um micro-objetivo que levo até o fim.
    4. Leitura dos Registros Akáshicos para clarear padrão e decidir 1 ação prática.
    5. Pequenos fechamentos à noite: 2 linhas no diário e 1 respiração antes de dormir.

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  • Reconectando com a Alma: Quando a Vida Pede Pausa e a Alma Pede Presença.

    Já sentiu que seu corpo está aqui, mas sua alma parece muito longe?
    Eu vivi isso. A sensação de estar presente e, ao mesmo tempo, perdida em um vazio que ninguém vê — e ninguém entende.

    Aquela segunda-feira parecia igual a todas as outras. Mas dentro de mim, algo já não estava bem havia dias. O corpo cansado, o peito apertado e uma vontade quase infantil de dormir o dia inteiro, como se o sono pudesse me proteger de uma dor que eu não conseguia nomear.

    Era um vazio estranho. Como se eu tivesse saído do meu próprio corpo e apenas observasse a vida acontecer de fora. Nada me tocava. Nada me movia.

    Foi nesse estado de desconexão que tudo aconteceu. O pânico tomou conta. E, de repente, eu estava cercada — família, namorado, médicos — todos tentando me alcançar, enquanto eu só queria desaparecer.

    Naquele instante, entre lágrimas e medo, compreendi o tamanho do abismo em que estava caindo.
    Não era apenas tristeza.
    Era ausência de mim.


    Quando me perdi de mim mesma

    Já passei por separações, perdas e decepções. Mas nenhuma dor se compara à de não saber mais quem você é. À de olhar para dentro e encontrar um silêncio ensurdecedor.

    Eu me perdi de mim.
    E o que mais doía era não saber por onde começar a voltar.

    Havia culpa, confusão e um cansaço profundo — como se a alma tivesse desistido antes mesmo de mim. E, ainda assim, algo dentro de mim sussurrava:
    “Essa dor também é parte do caminho.”

    Foi quando percebi que precisava ir mais fundo. Mais do que apoio. Mais do que explicações.
    Eu precisava ouvir minha alma.


    Quando os Registros Akáshicos me encontraram

    Dias depois, em meio a esse caos interno, recebi o chamado para voltar aos Registros Akáshicos — algo que sempre esteve comigo, mas que eu havia deixado de lado.

    Naquela leitura, não ouvi promessas nem respostas mágicas.
    Ouvi verdade.

    Os Registros me mostraram que o que eu chamava de “fim” era, na verdade, um ponto de retorno. Um lembrete de que cada dor tem uma origem na alma — e que, às vezes, a vida precisa nos quebrar um pouco para que a luz entre.

    Pela primeira vez em muito tempo, chorei não de desespero, mas de alívio.
    Era como se eu estivesse sendo reconectada a uma frequência esquecida: a frequência da minha própria verdade.


    Quando a vida pede pausa, é a alma pedindo presença

    Aprendi que a dor é a linguagem da alma quando ela não está sendo ouvida.
    E quando ela grita, não é castigo. É chamado.

    Os Registros me ajudaram a entender que aquele pânico não era o fim. Era o início da cura. Era a alma pedindo para voltar.

    E voltar dói.
    Porque exige soltar o que era confortável, encarar o que foi negado e ter coragem de se ver de verdade.

    Mas foi exatamente ali, onde tudo parecia perdido, que uma nova perspectiva começou a nascer.


    A reconstrução

    Desde então, reconstruo minha vida um dia de cada vez.
    Sem pressa. Com presença.

    Reconstruindo a confiança em mim, nos outros e no fluxo da própria existência. Entendi que cada gesto simples — tomar um café com calma, sentir o sol na pele, escrever um texto sincero — é um ato de amor-próprio.

    Aprendi também que a feminilidade não está no controle, mas na entrega.
    O que me quebrou também me reensinou a viver.


    Uma nova perspectiva

    Hoje não tento mais fugir da dor. Eu a escuto.
    Porque entendi que a alma fala através do que dói.

    E quando a gente finalmente ouve, algo dentro da gente floresce — em silêncio.


    Um convite de alma

    Se você chegou até aqui, talvez algo dentro de você também esteja pedindo pausa.

    Talvez você não esteja triste, mas cansada de se afastar de si mesma.
    Talvez o seu corpo esteja seguindo, mas a sua alma esteja pedindo presença.

    Antes de qualquer decisão, quero te convidar a continuar essa leitura, porque esse caminho não começa com respostas prontas — começa com consciência.

    Se você sente que chegou até aqui porque algo dentro de você pediu atenção, talvez esse seja o momento de começar por você.
    👉 Conheça o eBook Desperte Sua Feminilidade

    E, se em algum momento você sentir que é hora de dar um passo além, saiba que existem caminhos de reconexão — no seu tempo, do seu jeito.

    Laécia

    Quando aprendemos a escutar a alma, algo muda também na forma como nos colocamos no mundo…

    👉 Leia também:
    Esgotamento Emocional: Reconhecendo a Depressão Silenciosa

    Quando Tentei Parar com a Dor Que Me Angustiava — O Dia em que os Registros Akáshicos Mudaram Minha Perspectiva
    Um relato real sobre dor, solidão e reconexão. Laécia compartilha como um momento de angústia abriu caminho para o despertar através dos Registros Akáshicos e o reencontro com sua essência.

  • Desperte Sua Feminilidade: O Caminho para o Autoconhecimento

    Desperte sua feminilidade — mulher refletindo diante do espelho em um momento de autoconhecimento e reconexão interior.
    “Desperte Sua Feminilidade” — uma jornada de reconexão, autoconhecimento e força interior para mulheres que desejam se reencontrar.

    Há momentos na vida em que olhamos para o espelho e sentimos que algo em nós se perdeu.
    Não é exatamente tristeza, é uma sensação de vazio… como se a mulher que um dia fomos tivesse adormecido — e o mundo, com suas pressas e exigências, tivesse nos desconectado daquilo que há de mais verdadeiro: a nossa essência feminina.

    Eu sei como é esse silêncio por dentro.
    Durante muito tempo, vivi tentando ser tudo para todos, pais, filhos, marido, namorado, família, carregando responsabilidades, metas, papéis e expectativas. Mas, em algum ponto, percebi que tinha me esquecido de ser eu. E foi nesse instante de pausa e vulnerabilidade que começou o meu despertar da feminilidade.

    Esse despertar não é sobre maquiagem, roupas ou padrões.
    É sobre voltar para casa — para dentro de si.
    É redescobrir a delicadeza, a intuição, o amor próprio, e também a força que existe na sensibilidade.


    🌸 O chamado interior

    Tudo começa com um chamado sutil: uma vontade de se cuidar melhor, de se ouvir, de respirar.
    É quando a alma começa a sussurrar o que o corpo já sente há tempos: “Você precisa de você.”

    A feminilidade é energia criadora, intuitiva e receptiva.
    Ela floresce quando você se permite sentir, aceitar e cuidar — não por obrigação, mas por amor.
    E é nessa entrega que o autoconhecimento floresce.

    Quando comecei a escrever sobre isso, percebi que muitas mulheres vivem o mesmo processo que um dia eu estive.
    Vivemos num tempo em que ser “forte” virou sinônimo de ser insensível, e acabamos reprimindo tudo o que nos faz verdadeiramente mulheres: a ternura, a empatia, a suavidade, a feminilidade, o prazer de existir.

    Mas a força feminina não está em endurecer — está em sentir sem se perder, amar sem se anular, e seguir em paz com a própria verdade.


    🌕 A reconexão com o espelho

    O espelho sempre foi um símbolo poderoso para mim.
    Durante anos, olhei para ele com críticas e cobranças.
    Hoje, olho com gratidão.

    Olhar-se de verdade é um ato de coragem.
    Quando você se encara sem julgamentos, o espelho deixa de ser um inimigo e se torna um portal: ele reflete não só o seu rosto, mas a mulher que está renascendo por trás dos olhos cansados.

    O despertar da feminilidade acontece quando você se permite enxergar a beleza que existe mesmo nas suas imperfeições.
    E é aí que surge a leveza — não porque a vida fica fácil, mas porque você começa a viver alinhada com a sua essência.


    💫 O autoconhecimento como caminho

    O autoconhecimento é a chave desse processo.
    Ele nos faz questionar:
    Quem sou eu por trás dos papéis que desempenho?
    O que me faz vibrar?
    O que minha alma pede em silêncio?

    Quando você mergulha nessas perguntas, começa a reconectar os fios da sua história.
    Você entende suas feridas, acolhe suas sombras e, aos poucos, aprende a dançar com elas.
    Esse movimento é sagrado — e nele, você desperta o que sempre esteve adormecido: a mulher inteira que você nasceu para ser.

    Autoconhecimento não é sobre mudar quem você é, mas lembrar-se de quem você sempre foi.


    🌷 O retorno para si

    Despertar a feminilidade é como voltar para casa depois de uma longa viagem.
    Você reconhece os cheiros, as cores, o calor do seu próprio coração.
    Percebe que o amor que buscava fora sempre esteve dentro.

    Cada gesto de autocuidado, cada momento de silêncio, cada lágrima que escapa em meio à cura — tudo isso faz parte do seu mapa.
    O Mapa da Alma.

    É por isso que criei este espaço: para compartilhar essa jornada de reconexão, onde espiritualidade, sensibilidade e força coexistem.
    Porque quando uma mulher desperta, ela inspira outras a despertarem também.

    E esse é o verdadeiro poder da feminilidade: curar e iluminar o mundo, começando por dentro.


    🌹 O convite ao despertar

    Se, ao ler este texto, algo dentro de você vibrou, talvez esse seja o seu chamado.
    Não para se tornar alguém nova, mas para se reencontrar.

    Permita-se olhar para o espelho com mais amor.
    Cuide do seu corpo, da sua mente e da sua alma.
    Honre sua vulnerabilidade.
    Ela é o portal da sua força.

    O despertar da feminilidade é o retorno à mulher que você sempre foi — e que o mundo precisa que você seja novamente.

    🌹Leveza e reconexão interior.

    Se você sentiu que este texto tocou sua alma, convido você a aprofundar essa jornada com o meu eBook “Desperte Sua Feminilidade” — um guia de autoconhecimento, leveza e reconexão interior.
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    Laecía

  • Venda Terapias Online Sem Anúncios

    vender terapias online, como conseguir clientes de reiki, marketing para terapeutas, ganhar dinheiro com espiritualidade, atrair clientes de tarô, terapia holística online, e ter mais tempo para ser você mesma e cuidar da sua familia.
    Trabalhando com terapias online de forma simples e conectada, sem precisar de anúncios ou muitos seguidores.

    Como Começar a Vender Terapias na Internet Mesmo Sem Anúncios ou Muitos Seguidores

    Quando estava perdida e sem dinheiro, sem perspectivas e decidi que queria viver de internet, eu me senti perdida. Era 2019, eu estava sem dinheiro, sem anúncios, sem automação, sem uma estrutura que parecia “profissional”. O que eu tinha? Um celular, minha história e um desejo profundo de ajudar pessoas.

    Naquela época, eu acreditava que para vender na internet eu precisaria de:

    • Uma conta com milhares de seguidores
    • Anúncios pagos
    • Uma automação cheia de e-mails e páginas de captura

    Mas a verdade é que comecei sem nada disso. E ainda assim, consegui meus primeiros clientes.

    A virada veio quando eu entendi que…

    1. Conexão vende mais que técnica: Parei de tentar convencer. Comecei a ouvir. E, ouvindo, percebi que as pessoas não compram apenas um serviço… elas compram a sensação de serem vistas e entendidas.
    2. Tráfego frio queima tempo e energia: Em vez de gastar energia tentando alcançar estranhos, eu me dediquei a conversar e criar relação com quem já estava por perto — mesmo que fosse alguém de um grupo online que eu nunca tinha visto pessoalmente.
    3. A escuta ativa é uma ferramenta de vendas: Cada conversa que eu tinha com alguém interessada era uma oportunidade de entender sua dor e oferecer exatamente o que ela precisava.

    O que eu fiz para atrair clientes

    • Entrei em grupos de Facebook e WhatsApp onde havia pessoas com dores e interesses parecidos com os que meu trabalho poderia ajudar
    • Participei das conversas com intenção de contribuir, sem entrar já tentando vender
    • Compartilhei histórias e dicas que realmente pudessem ajudar, e deixava meu contato de forma natural para quem quisesse saber mais

    O resultado? Em pouco tempo, consegui clientes que se tornaram fiéis e ainda me indicaram para outras pessoas.

    O que quero que você entenda

    Você não precisa esperar ter tudo perfeito para começar. Com o que você já tem hoje, é possível criar conexões reais que se transformam em vendas.


    Quer saber exatamente como fiz para vender terapias na internet sem gastar com anúncios?

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    Laecía

  • Desperte Sua Feminilidade: Encontre Sua Voz

    Eu já entrei em uma sala e senti que ninguém me viu. Não estou falando de passar despercebida fisicamente, mas daquela sensação de estar invisível para o mundo… e para mim mesma.

    Por muito tempo, achei que ser notada era ser validada. Que para ser vista, eu precisava ser “mais” — mais bonita, mais inteligente, mais sexy, mais interessante. Mas a verdade é que quanto mais eu tentava ser tudo, menos eu era eu.

    Normalmente não me arrumava, gostava de ficar largada com uma combinação de calça qualquer com blusa que já teve melhores dias. Então foi numa noite simples, enquanto me arrumava só para ficar em casa, que entendi: eu não precisava de um palco para me sentir irresistível. Eu precisava de um espelho.

    Comecei a me arrumar para mim, a me maquiar para mim, a cozinhar para mim, a comprar flores para mim. E, curiosamente, quando parei de buscar ser vista, comecei a ser notada — porque minha energia mudou.

    Se você se sente invisível, talvez seja hora de se ver de novo. E é exatamente isso que te ensino no Desperte Sua Feminilidade.

    Ele foi o meu passo a passo para ser vista, ser ouvida. Me entender e sair da minha invisibilidade e insegurança.

    💌 Ebook Desperte a sua feminilidade

    Laecía


  • 5 Formas de Ganhar Renda Através de Terapias e Tarô Online

    Por: Laecía

    Mulher buscando alternativas de renda pela internet, como freelas, terapias e tarot.
    Buscar alternativas online pode ser o primeiro passo para sair das dívidas e começar um novo ciclo de prosperidade.

    Quando a dívida vira travessia: como transformar sensibilidade em sustento

    Estar endividada me levou a um lugar que não era apenas financeiro.
    Era emocional. E, em muitos momentos, espiritual.

    Eu me sentia impotente, invisível, sem direção.
    A pressão era tanta que abrir o aplicativo do banco já provocava pânico.

    Foi nesse fundo que algo começou a ficar claro:
    havia em mim uma sensibilidade que ninguém poderia tirar —
    a capacidade de escutar, acolher e sustentar outras mulheres.

    Comecei oferecendo terapias intuitivas e leituras de tarô, online, com o que eu tinha e do jeito que era possível.
    No início, apenas para amigas. Sessões simples, valores baixos.
    Depois vieram pequenas práticas de escuta, indicações, confiança.

    A internet deixou de ser ameaça e passou a ser ponte.

    Aos poucos, fui me estabilizando. Ajustando valores. Encontrando um ritmo possível.
    Não foi rápido. Nem linear. Mas foi real.

    Por isso, hoje compartilho 5 formas práticas e honestas de usar a internet para gerar renda na área do cuidado, da espiritualidade e da escuta — especialmente para mulheres sensíveis que precisam começar com o que têm.


    5 maneiras reais de gerar renda com escuta, terapias e espiritualidade

    1. Escuta terapêutica online
    Você não precisa ser psicóloga para oferecer escuta empática.
    Sessões por WhatsApp, Zoom ou Meet já são suficientes para começar, com valores acessíveis e ética clara.

    2. Leituras de tarô ou oráculos
    Se você já trabalha com algum oráculo, pode oferecer leituras online — ao vivo ou por mensagem.
    Instagram, Telegram e WhatsApp funcionam bem quando há clareza e presença.

    3. Plataformas de serviços
    Sites como 99Freelas permitem divulgar atendimentos e responder a demandas reais.
    Nem sempre o retorno é imediato, mas a constância constrói visibilidade.

    4. Redes e grupos específicos
    Grupos femininos, de espiritualidade ou acolhimento podem ser espaços legítimos de divulgação — desde que com respeito e entrega real de valor.

    5. Produtos digitais simples
    Guias em PDF, práticas de autoescuta, meditações ou pequenos materiais autorais podem ser vendidos de forma direta, sem grandes estruturas.


    Houve muitos dias de dúvida.
    Propostas que não respondiam. Conteúdos que pareciam não alcançar ninguém.

    Aprendi que algumas plataformas exigem investimento.
    Outras exigem tempo.
    Todas exigem presença e coerência.

    Passo a passo, a dívida deixou de ser apenas peso.
    Virou ponto de virada.

    Não como romantização, mas como decisão:
    transformar sensibilidade em caminho possível.

    Você não precisa resolver tudo agora.
    Mas precisa dar um primeiro passo com honestidade.


    👉 Se quiser aprofundar esse processo, conheça o eBook Desperte Sua Feminilidade”.
    Ele não é sobre performance — é sobre reconexão, clareza e autonomia, inclusive financeira.

    E, se sentir que precisa de orientação mais próxima, deixo aqui um caminho simples e respeitoso para começar:
    Quero aprender a oferecer terapias e leituras de Registros Akáshicos

    Laecía

  • Esgotamento Emocional: Reconhecendo a Depressão Silenciosa

    Tem dias em que eu funciono, mas não vivo.
    Acordo, faço café, respondo mensagens, organizo a casa, tento ser produtiva.
    Mas por dentro, estou em branco.

    Nada dói de forma explícita.
    Nada explode.
    Nada pede socorro em voz alta.

    E talvez por isso seja tão difícil perceber.

    Existe um cansaço que não passa com descanso.
    Uma ausência de vontade que não é preguiça.
    Uma sensação constante de estar “ligada”, mas desconectada de si.

    Esse estado tem nome: esgotamento emocional.
    E muitas vezes ele se disfarça de normalidade.


    O que é esgotamento emocional (e por que ele passa despercebido)

    O esgotamento emocional não surge de um único evento traumático.
    Ele se constrói aos poucos, quando a mulher passa tempo demais sustentando tudo — emoções, responsabilidades, expectativas — sem espaço real de escuta e descanso interno.

    É comum em mulheres sensíveis, conscientes e responsáveis, justamente porque elas aprendem a seguir funcionando mesmo quando algo dentro já está pedindo pausa.

    Não é falta de força.
    É excesso de carga.


    Quando o cansaço não é físico, nem tristeza

    Você continua cumprindo suas obrigações.
    Continua sendo forte.
    Continua dando conta.

    Mas algo dentro de você vai ficando silencioso demais.

    Não é tristeza profunda.
    Não é exatamente depressão clínica.
    É um vazio funcional.
    Uma exaustão que não grita, mas corrói.

    Durante muito tempo, eu achei que isso era maturidade.
    Que era apenas uma fase.
    Que fazia parte de ser adulta, responsável, consciente.

    Até perceber que estava vivendo no automático.
    Sem prazer.
    Sem presença.
    Sem escuta interna.


    Sinais silenciosos de esgotamento emocional em mulheres

    O corpo começa a dar sinais sutis, que muitas vezes são ignorados:

    • irritação sem motivo aparente
    • choro contido ou engolido
    • dificuldade de sentir alegria
    • sensação de vazio mesmo com a vida “em ordem”
    • vontade constante de se recolher ou desaparecer um pouco

    Esses sinais não surgem de forma dramática.
    Eles se acumulam no cotidiano, quando a mulher aprende a se calar para seguir.


    Por que mulheres sensíveis se anestesiam para sobreviver

    A mulher que sente demais, quando não encontra espaço para sentir, começa a se anestesiar.

    E isso é perigoso.

    Porque quando a sensibilidade some, não é força que entra no lugar.
    É endurecimento.

    A feminilidade não nasce da resistência infinita.
    Ela precisa de pausa, fluxo e verdade emocional.


    O que o esgotamento emocional não é

    O esgotamento emocional não é preguiça.
    Não é falta de gratidão.
    Não é drama.
    Não é fraqueza.

    Ele é um sinal de que algo essencial foi deixado de lado por tempo demais.


    Reconhecer não é fraqueza: é um ato de lucidez

    Reconhecer o esgotamento não é desistir.
    É lucidez.

    É admitir que algo precisa ser cuidado antes de quebrar.
    Antes que o corpo peça ajuda de forma mais dura.
    Antes que a alma desista em silêncio.

    Talvez você não precise aguentar mais.
    Talvez precise parar de se abandonar.


    Um primeiro passo para sair do automático

    Este texto não é um diagnóstico.
    É um espelho.

    Se algo aqui tocou você, saiba:
    você não está sozinha, nem errada por sentir assim.

    Existe um caminho de reconexão.
    E ele começa quando você se permite escutar o que tentou calar.

    Se você sente que chegou até aqui porque algo dentro de você pediu atenção, talvez esse seja o momento de começar por você.

    👉 Conheça o eBook Desperte Sua Feminilidade — um primeiro passo de reconexão emocional para mulheres em recomeço.


    Este conteúdo não substitui acompanhamento psicológico ou médico.
    Ele é um convite à escuta interna e ao cuidado emocional consciente.

    Com verdade,
    Laecía

    Sou terapeuta e criadora do Mapa da Alma, um espaço de reflexão e reconexão para mulheres em recomeço emocional e identitário.
    Conheça minha história

    Se esse silêncio interno tem a ver com relações onde você se doou demais, talvez esse outro texto te ajude a entender onde essa dor começou:
    👉 Quando a Amizade Machuca: Reflexões Sobre a Traição

  • Como superar a desconexão em relacionamentos saudáveis

    Como superar a desconexão em relacionamentos saudáveis

    Isso é difícil de aceitar — mas é verdade.

    Eu estava em um relacionamento estável.
    Carinhoso. Seguro.
    Com alguém que me tratava bem.

    Não havia brigas constantes.
    Não havia ciúme doentio.
    Não havia violência.
    A gente se entendia.

    E, ainda assim… eu tinha me perdido.

    Não foi de um dia para o outro.
    A desconexão não veio como um choque, veio como um sussurro.
    Sutil. Delicada. Quase imperceptível.

    Eu fui abrindo mão de pequenos pedaços de mim.

    Um hobby que deixei de lado.
    Um silêncio que engoli.
    Um sonho que arquivei “para depois”.
    Uma roupa que parei de usar.
    Um texto que não escrevi mais.

    Nada parecia grave isoladamente.
    Tudo tinha uma justificativa razoável.
    Tudo era feito em nome da harmonia.
    Em nome do amor.

    Até que, um dia, me olhei no espelho — e não reconheci mais quem eu era.

    Meu brilho tinha ficado para trás.

    E foi ali que algo ficou claro, de um jeito quase doloroso:
    o problema não era ele.
    Era eu comigo.

    Eu tinha parado de me escolher.

    Por muito tempo, achei que a inquietação era ingratidão.
    Que querer mais profundidade era exigência demais.
    Que desejar ser vista além do óbvio era carência.

    Aprendi cedo que, quando tudo parece “bom”, questionar soa como erro.

    Mas relacionamentos bons também podem anestesiar.
    Eles nos embalam.
    Nos acomodam.
    Nos fazem acreditar que tudo está bem —
    quando, na verdade, estamos nos apagando aos poucos.

    Conforto não é plenitude.
    E silêncio interno não é paz.

    O perigo não está no conflito.
    Está na adaptação excessiva.
    Naquele momento em que deixamos de ser inteiras
    para nos tornarmos versões funcionais dentro da relação.

    Não é sobre culpar o outro.
    É sobre perceber a si.

    Perceber quando você começa a se diminuir para caber.
    Quando para de dizer não para não gerar ruído.
    Quando troca presença por aceitação.
    Quando vive uma tranquilidade que cobra um preço invisível.

    E então vem a parte mais difícil —
    e mais necessária.

    Voltar.

    Voltar a se escolher.
    Voltar a ouvir a própria intuição.
    Voltar a dizer não sem pedir desculpas.
    Voltar a escrever.
    Voltar a vestir o que faz sentido.
    Voltar a sentir sem censura.

    Voltar para casa.

    A minha casa, aliás, sou eu.

    Esse retorno não acontece de uma vez.
    Ele é feito de camadas.
    De escutas internas.
    De pequenas reconciliações com aquilo que foi silenciado.

    Foi nesse processo que escrevi o meu eBook.

    Não como produto.
    Mas como um registro de travessia.
    Um grito silencioso de resgate.
    Uma jornada de reencontro com a minha feminilidade, com a minha voz, com aquilo que ainda vibra — mesmo depois de tanto tempo calado.

    Se você sente que vive um vazio disfarçado de tranquilidade…
    Se, por fora, tudo parece certo, mas por dentro algo pede mais ar…
    Talvez não seja hora de decidir nada.

    Talvez seja só hora de se escutar.

    De mulher para mulher:
    você ainda lembra o que te fazia vibrar antes de tudo isso?

    Se lembrar… já é um começo.

    Um último convite (sem pressa)

    Se este texto tocou em algo que você vinha tentando ignorar,
    talvez não seja coincidência.

    Talvez seja apenas o seu corpo — e a sua intuição —
    pedindo espaço para voltar a existir inteira.

    O eBook que escrevi nasceu desse mesmo lugar.
    Não como resposta pronta,
    mas como um acompanhamento silencioso para quem sente que se perdeu de si dentro de uma vida que parecia certa.

    Ali, eu compartilho a travessia.
    Os vazios.
    Os reencontros.
    E os pequenos retornos que me trouxeram de volta para casa.

    Se você sentir que é o momento,
    o caminho está aqui:

    👉 Recomeço

    Sem obrigação.
    Sem promessa exagerada.
    Apenas um espaço seguro para se escutar —
    e, quem sabe, começar a se escolher de novo.

    Laecía

  • A Leveza de Ser Mulher: Quando Aprendemos a Descansar em Deus

    A Leveza de Ser Mulher: Quando Aprendemos a Descansar em Deus

    Você já se sentiu sobrecarregada por tudo o que carrega — mesmo tentando ser forte o tempo todo?

    Existe um cansaço que não vem apenas do corpo. Ele nasce da alma que insiste em sustentar tudo sozinha. Um esgotamento silencioso, disfarçado de responsabilidade, fé e maturidade.

    Muitas mulheres confundem força com rigidez. Acreditam que descansar é desistir. Que pausar é falhar. Mas a verdadeira leveza feminina não nasce do controle — ela floresce da entrega.


    A mulher leve não nasce pronta, ela floresce

    A leveza não é um traço de personalidade. É um caminho.

    Ela surge quando a mulher para de lutar contra si mesma. Quando entende que não precisa provar nada para Deus, para o mundo ou para ninguém. Ser leve é confiar que não é preciso carregar tudo sozinha.

    Descansar em Deus não é se acomodar. É escolher não endurecer o coração para sobreviver.


    Leveza não é ausência de dor — é presença de fé

    Descansar em Deus não significa que a dor desaparece. Significa que ela deixa de comandar.

    É olhar para o caos e dizer, em silêncio:

    “Eu não sei como vai ser, mas confio em quem conduz meus passos.”

    A feminilidade que nasce da fé não anula a força. Ela a suaviza. Permite ser firme sem ser dura. Sensível sem se culpar. Presente sem se exaurir.

    Se você sente que perdeu essa suavidade ao longo do caminho, talvez este seja um convite para voltar.

    🔗 Leitura complementar:
    👉 Reconectando com a Alma: Quando a Vida Pede Pausa e a Alma Pede Presença


    Quando o cansaço espiritual vira sinal de alerta

    Há momentos em que o corpo continua, mas a alma pede colo.
    E ignorar esse pedido cobra um preço alto: ansiedade, culpa constante, sensação de vazio mesmo estando “em Deus”.

    Muitas mulheres de fé se perdem não por falta de espiritualidade, mas por excesso de cobrança espiritual.

    Se você sente que sua relação com Deus virou esforço, talvez não seja afastamento — seja exaustão.

    🔗 Você também pode se reconhecer aqui:
    👉 O teste que nenhuma mulher faz antes de se perder emocionalmente


    Um próximo passo possível (sem violência interna)

    Se este texto tocou algo em você, talvez não seja coincidência.
    Às vezes, a alma não pede mais força — pede direção.

    Você pode escolher como seguir:

    🌿 eBook Desperte Sua Feminilidade
    Um guia íntimo e prático para mulheres que desejam reconstruir sua rotina emocional e espiritual com mais leveza, fé e amor-próprio — sem se violentar.

    Sessão de Registros Akáshicos
    Um espaço seguro para ouvir o que sua alma tenta dizer há tempos. Clareza, acolhimento e reconexão com sua verdade mais profunda.

    Você não precisa resolver tudo hoje.
    Só precisa parar de se abandonar.


    Conclusão

    A leveza não é fraqueza.
    É maturidade espiritual.

    Descansar em Deus é lembrar que você não foi criada para sobreviver endurecida, mas para florescer sustentada.

    E esse caminho pode começar agora.

    Com carinho,
    Laecía

  • Quando a Amizade Machuca: Reflexões Sobre a Traição

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