Categoria: Feminilidade & Recomeço Interno

Textos e práticas sobre feminilidade real e recomeço interno: voltar pra si, honrar o corpo e as emoções, criar rituais de cuidado, suavizar a rotina e aprender a se tratar com mais verdade e menos dureza.

  • Você já leu tudo: Já entendeu tudo. E ainda assim está exausta.

    Você já leu tudo: Já entendeu tudo. E ainda assim está exausta.

    Sabe aquela sensação?

    Você já fez terapia. Já leu os livros. Já entendeu de onde vem o seu padrão. Já reconheceu seus gatilhos. Já sabe “por quê”.

    E mesmo assim acorda cansado.

    Não é mais a dor que pesa. É o esforço de tentar melhorar. Todo. Santo. Dia.

    Mulher sentada em silêncio, corpo inclinado, expressão contida, imagem que representa pausa após exaustão emocional

    No filme Whiplash: Em Busca da Perfeição, o protagonista sangra tentando acertar. Não é paixão. É vigilância. O corpo grita “pare”, mas a mente insiste: “mais um pouco, você quase consegue”.

    Muita gente vive isso sem perceber.

    Não está em crise aguda. Está em exaustão silenciosa.

    Porque quando até a clareza começa a pesar, o problema não é falta de entendimento.

    É entendimento sem permissão para descansar.


    E se você já tiver feito o suficiente?

    E se “recomeçar” não significasse tentar de novo… mas parar de tentar?

    Eu estou construindo algo diferente. Não é mais um método. Não é mais uma jornada de autoconhecimento. Não é promessa de transformação.

    É um espaço onde você pode parar. Um espaço que eu mesma parei para respirar.

    RECOMEÇAR não é sobre fazer mais. É sobre interromper o esforço.

    Se você sente que já entendeu demais, mas continua cansado…

    Quero conhecer o RECOMEÇAR

    (Este não é só um curso. Não é terapia. É uma interrupção necessária para quem já tentou demais.)

    Para você que está vivendo, sentindo, buscando assim como eu estive um dia também pode começar pelo não se abandonar. E um caminho, uma trilha. O resultado?

    Você mais em paz consigo, com maior clareza e foco no que realmente quer para sua vida.

    Laecía

  • Quando o corpo se fecha, nem sempre é sobre falta

    Quando o corpo se fecha, nem sempre é sobre falta

    Quando o corpo se fecha, nem sempre é sobre faltaUma reflexão sobre cansaço, presença e vitalidade no feminino

    Uma reflexão sobre cansaço, presença e vitalidade no feminino

    Nota de leitura
    Este texto faz parte do Mapa da Alma e foi escrito para mulheres que atravessam cansaço profundo, desconexão corporal e processos de reorganização interna.
    Não é um texto sobre desempenho, sedução ou relacionamento, mas sobre escuta, presença e cuidado no feminino.

    No Mapa da Alma, muitas mulheres chegam trazendo a mesma sensação:
    o corpo continua funcionando, mas algo deixou de estar disponível.

    Não se trata, necessariamente, de tristeza ou desânimo.
    É mais sutil do que isso.

    É um cansaço que se instala aos poucos e altera a forma como a mulher habita o próprio corpo.

    A rotina segue.
    As responsabilidades são cumpridas.
    Mas a presença diminui.

    Em algum momento, o corpo deixa de responder com a mesma vitalidade.
    O prazer perde espaço.
    A disposição se retrai.
    O contato com o próprio corpo se torna mais distante.

    Diante disso, é comum buscar explicações rápidas.
    Fases da vida.
    Excesso de tarefas.
    Mudanças hormonais.
    Adaptações necessárias.

    Todas essas leituras podem fazer sentido.
    Mas nem sempre explicam o essencial.

    Um corpo que vive por muito tempo em estado de exigência não se expande.
    Ele se protege.

    Quando a energia está baixa, o corpo feminino entra em modo de preservação.
    Sustenta o que é necessário para seguir,
    mas silencia o que exige abertura, disponibilidade e presença.

    Isso não aponta falha.
    Aponta limite.

    Existe uma confusão frequente entre vitalidade e estímulo.
    Como se a resposta do corpo pudesse ser recuperada por insistência, ajustes externos ou força de vontade.

    Mas a vitalidade feminina não nasce da pressão.
    Ela emerge quando o corpo se sente seguro para habitar a si mesmo.

    E segurança não se constrói na cobrança.
    Constrói-se na escuta.

    Escutar o corpo não é abandonar a vida nem romantizar o cansaço.
    É reconhecer que sustentar tudo sozinha, por tempo demais, cobra um preço silencioso.

    Em algum ponto, o corpo começa a pedir outra forma de relação.
    Menos exigência.
    Mais presença.

    Talvez o que esteja ausente não seja vontade.
    Talvez seja vitalidade —
    não como conceito idealizado,
    mas como experiência real de estar no próprio corpo.

    Vitalidade não é agitação.
    Não é produtividade.
    Não é aparência.

    É espaço interno.
    É resposta corporal.
    É descanso sem culpa.
    É movimento que não pune.

    Quando essa vitalidade começa a ser reconstruída, muitas coisas se reorganizam sem esforço.
    Não porque foram forçadas,
    mas porque o corpo deixa de operar em estado de sobrevivência.

    Algumas ausências não pedem correção imediata.
    Pedem atenção.

    O corpo sinaliza o tempo todo.
    O que muda é se a mulher consegue escutar antes de se afastar completamente de si.

    Talvez esse seja o convite mais honesto:
    observar com mais lucidez o tipo de vida que vem sendo sustentada
    e reconhecer quando é preciso reorganizar a forma de habitar o próprio corpo.

    É nesse espaço — entre consciência e presença —
    que novos caminhos começam a se formar.

    Laecía

  • Recomeço feminino com clareza: como parar de se abandonar quando a vida aperta.

    Recomeço feminino com clareza: como parar de se abandonar quando a vida aperta.

    Mulher em momento de pausa e reflexão, representando decisões conscientes no recomeço feminino

    Existe um tipo de cansaço que não melhora com descanso.
    Você dorme, pausa, tenta organizar a agenda — e mesmo assim acorda com a sensação de que algo em você continua ficando para depois.

    Não é falta de energia.
    Não é preguiça.
    E, na maioria das vezes, não é falta de amor próprio.

    É autoabandono silencioso.

    Aquele que acontece aos poucos, sem drama, sem ruptura visível.
    Quando a mulher segue funcionando, cumprindo, resolvendo… mas vai se deixando fora da própria equação.

    Este texto é para esse momento.
    Não para te empurrar para um “novo começo”, mas para trazer clareza sobre onde você pode estar se abandonando — e como interromper isso sem violência interna.


    O autoabandono que ninguém percebe

    Muitas de nós chegam ao recomeço sem perceber que já estavam se perdendo muito antes da crise.

    Não houve um colapso claro.
    Houve micro-fraturas.

    Pequenas concessões internas que se repetiram:

    – “Depois eu vejo isso.”
    – “Agora não dá.”
    – “Preciso aguentar mais um pouco.”
    – “Quando tudo se resolver, eu cuido de mim.”

    O problema não é dizer isso uma vez ou outra.
    O problema é viver assim.

    Aos poucos, vamos aprendendo a nos adaptar ao desconforto, ao cansaço emocional, à confusão interna — como se isso fosse maturidade.

    Mas maturidade não é aguentar tudo.
    Maturidade é saber onde não dá mais para continuar do mesmo jeito.


    Recomeçar não é mudar tudo. É parar de se abandonar.

    Existe uma ideia muito difundida de que recomeçar exige força, coragem e grandes decisões.

    Para muitas de nós mulheres, essa ideia só aumenta a culpa.

    Porque quando você já está cansada, ouvir que precisa ser “forte” de novo soa quase como uma agressão.

    O recomeço que proponho aqui é outro.

    É o recomeço que começa quando você percebe:

    “Eu posso não saber o que fazer agora,
    mas sei que não posso continuar me deixando para depois.”

    Essa clareza muda tudo.

    Porque ela não te obriga a decidir a vida inteira.
    Ela te convida apenas a interromper o abandono — hoje.


    Cinco sinais de que você está se abandonando sem perceber

    Talvez você se reconheça em alguns deles.
    Não para se julgar, mas para nomear com honestidade.

    1. Você vive no modo “funcionamento”

    Você resolve o que precisa ser resolvido, mas sente que está apenas passando pelos dias, sem presença real.

    Não há prazer, nem dor intensa.
    Há um vazio operacional.

    2. Você minimiza o que sente

    Quando algo dói, você pensa:
    “Não é tão grave.”
    “Outras pessoas passam por coisas piores.”

    E segue.

    Esse hábito não te fortalece.
    Ele te silencia.

    3. Você adia conversas internas importantes

    Sabe que algo precisa ser revisto — relação, rotina, limites — mas empurra porque “agora não é o momento”.

    O problema é que o momento nunca chega sozinho.
    Ele precisa ser criado.

    4. Você cuida de tudo, menos de si

    Agenda cheia, demandas atendidas, responsabilidades cumpridas.
    Mas quando pensa em você, não sabe nem por onde começar.

    Isso não é egoísmo reprimido.
    É desconexão.

    5. Você sente culpa só de pensar em parar

    A ideia de pausar, dizer não ou mudar o ritmo vem acompanhada de culpa, medo ou sensação de fracasso.

    Esse é um dos sinais mais claros de autoabandono crônico.


    Clareza não é resposta. É direção suficiente.

    Muitas de nós travam porque acreditam que só podem agir quando tiverem certeza absoluta.

    Mas clareza emocional não funciona assim.

    Clareza não é saber tudo.
    Clareza é saber o suficiente para não se trair.

    Às vezes, a única clareza disponível é:
    – “Isso não está mais sustentável.”
    – “Eu não quero continuar assim.”
    – “Eu preciso parar de me violentar emocionalmente.”

    Isso já é muito.

    O erro é esperar uma solução perfeita antes de se respeitar.


    Um exercício simples para interromper o autoabandono hoje

    Não é um ritual complexo.
    É um gesto mínimo de presença.

    Pegue um papel ou abra uma nota no celular e responda, com sinceridade:

    1. Onde eu me deixei para depois hoje?
    (Não explique. Apenas nomeie.)

    2. O que eu estou sustentando por hábito, não por verdade?

    3. Qual seria um pequeno gesto de respeito comigo mesma agora?
    (Algo possível. Pequeno. Real.)

    Pode ser:
    – adiar uma conversa que te esgota
    – sair de um ambiente que pesa
    – descansar sem se justificar
    – dizer não, mesmo com desconforto

    O objetivo não é resolver tudo.
    É parar de se abandonar neste ponto específico.


    Recomeçar com clareza é um processo, não um evento

    Você não precisa “virar outra pessoa”.
    Não precisa se reinventar.
    Não precisa provar nada.

    O recomeço feminino, quando é verdadeiro, costuma ser silencioso.

    Ele começa quando você:
    – se escuta
    – se respeita
    – e decide não continuar se deixando fora da própria vida

    Esse processo não exige força heroica.
    Exige presença honesta.


    Um ponto de apoio para esse momento

    Se este texto conversou com você, saiba que ele não nasceu isolado.

    Ele faz parte de uma travessia maior, que organizei na Jornada Interior — um material gratuito, criado para mulheres que estão em transição emocional e precisam de clareza sem pressa, sem cobrança e sem se violentar.

    A Jornada não promete transformação rápida.
    Ela oferece pausa, perguntas certas e direção interna.

    👉 Baixe gratuitamente a Jornada Interior (PDF).

    Use no seu tempo.
    Sem obrigação.
    Sem performance.

    Recomeçar, às vezes, é só isso:
    parar de se abandonar hoje.

    Laecía

  • CARTA PARA O EU DO FUTURO

    CARTA PARA O EU DO FUTURO

    Carta para o meu eu do passado.

    Depois de encerrar, é possível escolher.

    Essa é a carta que eu escrevo para a mulher que eu estou me tornando.

    Eu não prometo que será fácil.

    Mas eu prometo que serei gentil comigo mesma.

    Prometo que não vou me abandonar.

    Eu prometo ouvir os sinais antes de colapsar.
    Prometo dividir o peso antes de adoecer.
    Prometo respeitar meus limites sem transformar isso em culpa.

    Eu não vou mais confundir força com silêncio.
    Nem constância com violência interna.

    O futuro que eu escolho não é perfeito.
    É sustentável.*

    Autogestão não é controle.
    É direção consciente.

    É saber:

    • quando avançar
    • quando pausar
    • quando reorganizar

    E isso não se faz em grandes saltos.
    Se faz em ritmo.

    O futuro não começa amanhã.
    Começa na forma como você se trata hoje.

    O que eu escolho construir em janeiro (sem me violentar no processo).

    O primeiro passo não é mudar tudo.
    É parar de se abandonar enquanto tenta continuar.

    Se você sente que precisa voltar para si — com mais gentileza, presença e verdade — eu deixei um caminho possível aqui.

    Ambos são apoio, não cobrança.

    Amanhã, quero conversar com você sobre algo importante:
    o que realmente esgota não é a rotina — é a ausência de você dentro dela.

    Com carinho,

    Laecía

  • CARTA PARA O EU DO PASSADO (FECHAMENTO DE CICLO)

    CARTA PARA O EU DO PASSADO (FECHAMENTO DE CICLO)

    Se você chegou agora: As metas que você nunca consegue cumprir

    Carta para o meu eu do futuro: como eu escolho seguir daqui em diante.

    Hoje não é dia de planejar.
    É dia de encerrar.

    Antes de olhar para frente, eu preciso olhar para trás — com honestidade e sem dureza.

    Essa é a carta que eu escreveria para a mulher que eu fui.

    Eu sei que você tentou.

    Tentou entender, tentou sustentar, tentou aguentar mais um pouco.
    Tentou ser forte quando o corpo pedia pausa.
    Tentou não incomodar, não falhar, não desistir.

    Eu sei que você carregou coisas que não eram suas.
    Pessoas, expectativas, papéis, culpas.

    E eu sei que, muitas vezes, você se abandonou não por escolha…
    mas por não saber outro jeito.

    Hoje eu não te julgo.
    Hoje eu te reconheço.

    Tudo o que você fez foi sobreviver com as ferramentas que tinha.
    E isso basta.

    Você não precisa mais continuar desse jeito.
    Eu estou aqui agora.
    E a partir de hoje, eu assumo.*

    Encerrar um ciclo não é esquecer.
    É tirar o peso da repetição.

    Se você não fecha o que ficou em aberto, leva isso para o ano seguinte como ruído interno.
    E ruído interno drena energia.

    Hoje, o autocuidado não é spa.
    É autogestão emocional.

    É escolher não repetir padrões só porque eles são conhecidos.

    Encerrar é um ato adulto.
    E profundamente feminino.

    Se esse texto te tocou, significa que você está voltando para si.
    Nesse momento:

    Desperte Sua Feminilidade → quando a dor é identidade, sensibilidade e desconexão

    Recomeço Feminino em 7 Dias → quando você precisa de direção prática após fechar o ciclo

    Com Carinho

    Laecía

  • Quando a você sente que precisa recomeçar — mas ainda não sabe como.

    Há momentos em que a gente não consegue mais fingir que está tudo bem.

    Nada está exatamente errado…
    Mas também nada está realmente no lugar.

    É como se algo tivesse terminado por dentro,
    mesmo que a vida lá fora continue exigindo força, presença e resposta.

    Eu conheço bem esse lugar.
    E talvez você também.

    O cansaço que não passa.
    A sensação de estar girando, de se sentir incompleta.
    A dificuldade de tomar decisões simples porque tudo parece confuso demais.

    Recomeçar, nesses momentos, não é sobre mudar tudo.
    É sobre pausar.


    Recomeçar não começa com ação — começa com clareza

    Muita gente acredita que recomeçar é criar metas, planos ou rotinas novas.

    Mas quando você está emocionalmente sobrecarregada,
    mais ação sem clareza só aumenta a confusão.

    Antes de avançar, é preciso organizar o que ficou solto por dentro:

    • emoções não nomeadas
    • ciclos mal encerrados
    • identidades que já não fazem mais sentido

    Recomeço real não acontece no impulso.
    Acontece quando nos permitimos escutar com honestidade.


    Por isso eu criei este workbook gratuito

    Preparei um workbook simples e consciente para mulheres que sentem que precisam recomeçar,
    mas não querem mais fazer isso sozinhas, no automático ou se cobrando demais.

    Este material não é motivacional.
    Não é desafio.
    E não promete transformar a sua vida em poucos dias.

    Ele existe para abrir clareza.

    Dentro dele, você vai encontrar:

    • Perguntas que ajudam a encerrar ciclos com mais consciência
    • Exercícios leves de reorganização emocional
    • Espaço para refletir sem julgamento
    • Um primeiro eixo de direção para o próximo passo

    Nada aqui é profundo demais.
    E isso é intencional.

    Este workbook não resolve tudo — ele organiza.


    Para quem é este material

    Este workbook é para você se:

    • sente que algo terminou, mas não sabe exatamente o que começa agora
    • está cansada de tentar se reencontrar sozinha
    • quer clareza antes de tomar novas decisões
    • sente que precisa de um recomeço mais respeitoso consigo

    E talvez não seja para você se:

    • busca fórmulas rápidas
    • quer respostas prontas
    • ou não está disposta a pausar e se escutar

    Um primeiro passo — não o caminho inteiro

    Este material foi pensado como um ponto de partida.

    Ele não entrega todo o ouro.
    Porque alguns processos pedem continuidade, estrutura e aprofundamento.

    Aqui, você começa a se localizar.
    O aprofundamento acontece depois — quando fizer sentido para você.

    Sem pressa.
    Sem empurrão.


    🌿 Baixe gratuitamente aqui

    Se este texto tocou algo em você,
    talvez seja o momento de parar um pouco e se ouvir.

    👉 Clique aqui para baixar o workbook gratuito de recomeço

    Faça no seu tempo.
    Do seu jeito.

    E se, depois, sentir que precisa seguir com mais direção e apoio,
    existem outros caminhos possíveis.

    Mas tudo começa aqui:
    com clareza.

    Laecía

  • Mulheres 40+: quando você percebe que não se perdeu – só se deixou por último

    Mulheres 40+: quando você percebe que não se perdeu – só se deixou por último

    Você se percebe que sempre ficou por ultimo
    Recomeçando a se colocar em primeiro plano

    Durante muito tempo, eu tentei falar com “todas as mulheres”.

    Mulheres em recomeço.
    Mulheres cansadas.
    Mulheres que sentiam que algo estava fora do lugar.

    Mas os sinais começaram a se repetir. Comentários, mensagens privadas, respostas silenciosas, leituras profundas. Até que ficou impossível ignorar:

    👉 A maioria das mulheres que caminham comigo tem mais de 40 anos.

    E isso muda tudo.

    Mulheres 40+ não estão começando do zero. Estão voltando para si

    A mulher que chega até aqui já viveu o suficiente para saber que força sem escuta vira peso.

    Ela já sustentou:

    • família,
    • trabalho,
    • relacionamentos,
    • expectativas que não eram suas.

    O que ficou para trás não foi capacidade.
    Foi presença interna.

    E quando essa mulher começa a se escutar, algo muda. Não de forma explosiva — mas profunda.

    O cansaço feminino depois dos 40 não é falta de motivação

    Não é preguiça.
    Não é vitimismo.
    Não é drama.

    É o resultado de anos vivendo em modo sobrevivência emocional.

    Muitas mulheres 40+ chegam aqui dizendo:

    “Eu não sei mais o que eu quero.”

    Mas sabem exatamente o que não aceitam mais:

    • relações que drenam,
    • rotinas que anulam,
    • escolhas feitas só para agradar.

    Isso já é clareza.

    O que muda quando você para de se abandonar

    Existe um ponto da vida em que a mulher percebe:

    continuar do mesmo jeito dói mais do que mudar.

    Não é sobre virar outra pessoa.
    É sobre parar de se trair em silêncio.

    Depois dos 40, a sensibilidade não é fraqueza.
    Ela vira bússola.

    E a feminilidade deixa de ser estética para se tornar postura interna.

    Por que o Mapa da Alma é um espaço para mulheres 40+

    O Mapa da Alma não foi criado para quem quer fórmulas rápidas.

    Ele é para mulheres que:

    • já tentaram ser fortes demais,
    • já tentaram se adaptar,
    • já tentaram se explicar.

    Aqui, o caminho é outro:

    • menos cobrança,
    • mais consciência,
    • menos ruído externo,
    • mais verdade interna.

    Não é um recomeço barulhento.
    É um retorno silencioso ao que sempre esteve aí.


    👉 Um próximo passo concreto (se fizer sentido para você)

    Se você tem mais de 40 anos e sente que:

    • se afastou da própria essência,
    • vive mais para dar conta do que para sentir,
    • carrega força, mas perdeu leveza,

    eu criei um material simples, profundo e prático para te acompanhar nesse momento.

    🌿 eBook “Desperte Sua Feminilidade”

    Um guia de reconexão para mulheres que não querem mais se endurecer para sobreviver.

    Você vai encontrar:

    • reflexões guiadas para se escutar com mais honestidade,
    • exercícios de presença e clareza emocional,
    • caminhos para resgatar leveza sem culpa,
    • um convite real para voltar a se escolher.

    📌 Acesse aqui:
    👉 Desperte Sua Feminilidade – eBook

    (Leitura consciente, no seu ritmo. Sem promessas vazias. Sem personagens.)

    Você não precisa se abandonar para recomeçar.

    Se este texto tocou algo em você, talvez não seja força que falte — mas clareza.
    O Recomeço Feminino em 7 Dias é o primeiro passo para organizar o que você sente antes de seguir.

    Com carinho

    Laecía

  • O teste que nenhuma mulher faz antes de se perder emocionalmente

    Mulher adulta refletindo sozinha em uma biblioteca, simbolizando autoconhecimento e reconexão emocional feminina
    Às vezes, o que parece apenas silêncio é o início de um reencontro consigo mesma.

    Ninguém acorda um dia e decide se abandonar emocionalmente.
    Isso acontece aos poucos.
    Quando você engole o cansaço para não incomodar.
    Quando normaliza viver no limite.
    Quando aprende a sustentar tudo — menos a si mesma.

    A maioria das mulheres não percebe quando começa a se perder.
    Porque não é um colapso visível.
    É um silenciamento interno.

    Você continua funcionando.
    Trabalhando. Cuidando. Resolvendo.
    Mas algo em você vai ficando distante.

    O que é autonegligência emocional feminina?

    É quando você:

    • ignora seus próprios limites;
    • normaliza o cansaço constante;
    • vive resolvendo tudo para todos;
    • mas já não se escuta mais.

    Isso não é fraqueza.
    É sobrevivência prolongada.
    E sobreviver por tempo demais cobra um preço alto.

    O teste que quase ninguém faz (mas deveria)

    Antes de continuar, responda mentalmente — com sinceridade:

    • Quando foi a última vez que você tomou uma decisão pensando em você, sem culpa?
    • Você sente que está vivendo… ou apenas administrando problemas?
    • Se nada mudar nos próximos seis meses, isso te assusta ou parece “normal”?
    • Você cuida de todo mundo, mas sente que ninguém realmente cuida de você?

    Se essas perguntas incomodaram, isso já é um sinal.

    Os 3 níveis silenciosos de alerta emocional

    🟡 Alerta 1 – Desconexão silenciosa
    Você anda funcionando, mas sem prazer.
    Tudo virou obrigação.

    🟠 Alerta 2 – Exaustão emocional funcional
    Você está cansada, mas continua.
    Chora sozinha. Cala para não parar.

    🔴 Alerta 3 – Autonegligência consolidada
    Aqui, você já se colocou por último tantas vezes
    que não sabe mais o que quer — só o que precisa.

    Importante: isso não define quem você é.
    Define apenas o quanto você tem se deixado por último.

    O que fazer quando você percebe isso?

    O primeiro passo não é ser mais forte.
    É parar de se abandonar.

    Você não precisa mudar tudo de uma vez.
    Precisa começar com clareza emocional.

    E é exatamente por isso que existem dois caminhos possíveis — sem violência, sem pressão, no seu tempo.


    Um próximo passo possível (sem se violentar)

    Se você chegou até aqui, é porque algo em você pediu atenção.

    ✨ Opção 1 – eBook Desperte Sua Feminilidade

    Um guia íntimo e prático para mulheres que querem:

    • se reconectar consigo mesmas,
    • reorganizar rotina, energia e limites,
    • voltar a se escutar sem culpa,
    • sem fórmulas mágicas e sem se perder em teoria.

    👉 Ideal para quem quer começar sozinha, no próprio ritmo.
    🔗 Quero começar pelo eBook


    Opção 2 – Sessão de Clareza Emocional

    Uma conversa guiada para:

    • organizar sentimentos,
    • identificar bloqueios invisíveis,
    • sair da confusão para decisões conscientes.

    👉 Ideal para quem percebeu que não dá mais para resolver tudo sozinha.
    🔗 Quero conversar com você


    Escolha por você. Hoje.

    Você pode continuar sustentando tudo.
    Ou pode começar a se sustentar também.

    Se você chegou até aqui, não foi por acaso.
    Algo em você já entendeu que seguir se abandonando custa caro demais.

    Com carinho,
    Laécia

    “Se você se reconheceu aqui, talvez esse texto te ajude a entender por que você aprendeu a se calar…”

    👉 Aprendendo a Não Me Desculpar por Ser Sensível

    👉 Reconectando com a Alma: Quando a Vida Pede Pausa…

  • Por Que Vender É Uma Competência, Não Um Dom

    Por Que Vender É Uma Competência, Não Um Dom

    Por muito tempo, a palavra vender me causava desconforto.
    Não era rejeição ao dinheiro — era rejeição à ideia de insistir, convencer, empurrar algo para alguém.

    Vender é uma competência: o olhar que transformou minha relação com as vendas
    Vender não é insistir. É sustentar valor com consciência.

    Talvez você se reconheça aqui.

    Eu acreditava que vender era um dom.
    Algo que algumas pessoas tinham… e outras, não.
    E essa crença, silenciosa, me afastava de tentar. De aprender. De me posicionar.

    Até que a vida me mostrou algo simples — e libertador:

    Vender não é dom. É competência.

    E toda competência pode ser desenvolvida.

    Quando entendi isso, algo mudou dentro de mim.
    Não só na forma como eu vendia, mas na forma como eu me via.


    Vender não é convencer. É sustentar valor.

    Vender não é falar mais alto.
    Não é explicar demais.
    Não é provar nada para ninguém.

    Vender é sustentar o valor do que você entrega sem se encolher.

    É comunicar com clareza.
    É saber conduzir uma conversa sem pressão.
    É oferecer uma solução real para quem já está sentindo a dor.

    Quando eu parei de tentar “ser boa em vendas”
    e comecei a desenvolver a competência,
    o peso saiu. A resistência caiu.
    E o processo ficou mais leve — e mais verdadeiro.


    Por que passei a vender com prazer (e sem reclamar)

    Minha relação com as vendas mudou quando aceitei uma verdade simples:

    Para chegar onde eu queria, eu precisaria fazer coisas desconfortáveis no começo.
    E tudo bem.

    Vender deixou de ser um fardo
    e passou a ser um meio de transformação — para o outro e para mim.

    Hoje, eu vendo porque sei o que entrego.
    E porque sei que ficar em silêncio também é uma escolha — e, muitas vezes, a mais cara.


    O que realmente trava as vendas (e quase ninguém fala)

    Não é falta de técnica.
    Não é falta de conteúdo.
    Não é falta de estratégia.

    Na maioria das vezes, o que trava as vendas são crenças invisíveis, como:

    – “Vender não combina comigo”
    – “Tenho medo de incomodar”
    – “Se a pessoa quiser, ela vai pedir”
    – “Não sou boa nisso”

    Essas crenças não gritam.
    Elas sussurram — e moldam suas decisões todos os dias.

    Por isso, antes de qualquer estratégia, existe uma pergunta que muda tudo:

    👉 O que você acredita sobre vender?


    Um convite simples (e poderoso)

    Para te ajudar a identificar essas crenças, eu criei um quiz rápido e profundo.

    Não é para te rotular.
    Não é para te corrigir.
    É para te dar clareza.

    Clareza sobre o que te trava.
    E sobre o que você já tem — mas talvez ainda não sustente.

    👉 Clique no link abaixo e faça o quiz com sinceridade.
    Esse é o primeiro passo para mudar sua relação com as vendas.

    👉 FAZER O QUIZ AGORA


    E se você quiser um caminho prático para desenvolver essa competência

    Se depois de tudo isso você percebe que vender não é o problema,
    mas sim como você se posiciona, conduz e sustenta valor,
    eu criei um material exatamente para esse ponto de virada.

    O eBook “7 Passos para Vender com Empatia não é sobre técnicas agressivas, scripts engessados ou promessas vazias.
    Ele é sobre consciência, postura e direção.

    Ao longo dos 7 passos, você vai:

    • identificar as crenças que sabotam suas vendas
    • entender como conduzir conversas sem pressão
    • aprender a sustentar valor sem se justificar
    • desenvolver uma postura de venda coerente com quem você é

    É um guia direto, profundo e aplicável — especialmente para quem sente que vender precisa fazer sentido por dentro para funcionar por fora.

    👉 Clique aqui para conhecer o eBook “7 Passos para Vender com Empatia”

    E, se em algum momento sentir que precisa de um olhar mais individual,
    as sessões 1:1 continuam disponíveis — com calma, critério e respeito ao seu tempo.

    Vender não é se forçar.
    É se alinhar.

    E esse alinhamento começa com um passo consciente.

  • Recomeçando aos 40: Sua Vida Não Está Atrasada

    Recomeçando aos 40: Sua Vida Não Está Atrasada

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