Tag: esgotamento emocional

  • Ansiedade ou Burnout: quando continuar tentando do mesmo jeito só piora

    Ansiedade ou Burnout: quando continuar tentando do mesmo jeito só piora


    Você pode até chamar de cansaço.
    Pode chamar de ansiedade.
    Pode dizer que é só uma fase.

    Mas quando parar não resolve
    e o corpo continua no limite,
    insistir do mesmo jeito costuma piorar.

    Não porque você está errando como pessoa.
    Mas porque talvez esteja tentando resolver o problema errado.


    Muitas mulheres estão tratando burnout como ansiedade.

    Tentam:

    • descansar mais
    • desacelerar à força
    • controlar pensamentos
    • “aguentar só mais um pouco”

    E se frustram quando nada muda.

    Isso acontece porque ansiedade e burnout não pedem o mesmo tipo de cuidado.

    Confundir os dois cobra um preço silencioso:
    mais desgaste, mais culpa e mais confusão.


    Antes de tentar se reorganizar,
    é preciso entender o que o corpo está sinalizando.

    Não para rotular.
    Não para se diagnosticar.
    Mas para parar de insistir no escuro.

    Clareza não resolve tudo.
    Mas evita que você piore.


    Por isso eu organizei um guia direto e responsável:

    Ansiedade ou Burnout?
    Um guia para não piorar o que você está sentindo.

    Ele foi criado para mulheres que:

    • estão cansadas há mais tempo do que gostariam
    • sentem que algo não está certo
    • já tentaram descansar, mas continuam no limite

    Sem promessas.
    Sem fórmulas.
    Sem exageros.


    Neste guia você vai encontrar:

    • diferenças claras entre ansiedade, estresse e burnout
    • sinais corporais que indicam quando parar não é suficiente
    • erros comuns que parecem autocuidado, mas pioram o quadro
    • um bônus simples de 7 dias para reorganização interna

    É clareza.
    Para decidir melhor.


    Ignorar os sinais não faz eles desaparecerem.
    Só empurra o custo para depois.

    Se você sente que precisa entender antes de continuar tentando,
    o acesso está disponível aqui:

    👉 Acessar o guia agora – R$29

    Quer conversar após ler?

    Me acione.

    Carinho,

    Laecía

  • Ansiedade ou Burnout: quando continuar tentando do mesmo jeito só piora

    Ansiedade ou Burnout: quando continuar tentando do mesmo jeito só piora


    Você pode até chamar de cansaço.
    Pode chamar de ansiedade.
    Pode dizer que é só uma fase.

    Mas quando parar não resolve
    e o corpo continua no limite,
    insistir do mesmo jeito costuma piorar.

    Não porque você está errando como pessoa.
    Mas porque talvez esteja tentando resolver o problema errado.


    Muitas mulheres estão tratando burnout como ansiedade.

    Tentam:

    • descansar mais
    • desacelerar à força
    • controlar pensamentos
    • “aguentar só mais um pouco”

    E se frustram quando nada muda.

    Isso acontece porque ansiedade e burnout não pedem o mesmo tipo de cuidado.

    Confundir os dois cobra um preço silencioso:
    mais desgaste, mais culpa e mais confusão.


    Antes de tentar se reorganizar,
    é preciso entender o que o corpo está sinalizando.

    Não para rotular.
    Não para se diagnosticar.
    Mas para parar de insistir no escuro.

    Clareza não resolve tudo.
    Mas evita que você piore.


    Por isso eu organizei um guia direto e responsável:

    Ansiedade ou Burnout?
    Um guia para não piorar o que você está sentindo.

    Ele foi criado para mulheres que:

    • estão cansadas há mais tempo do que gostariam
    • sentem que algo não está certo
    • já tentaram descansar, mas continuam no limite

    Sem promessas.
    Sem fórmulas.
    Sem exageros.


    Neste guia você vai encontrar:

    • diferenças claras entre ansiedade, estresse e burnout
    • sinais corporais que indicam quando parar não é suficiente
    • erros comuns que parecem autocuidado, mas pioram o quadro
    • um bônus simples de 7 dias para reorganização interna

    É clareza.
    Para decidir melhor.


    Ignorar os sinais não faz eles desaparecerem.
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    Me acione.

    Carinho,

    Laecía

  • Reconectando com a Alma: Quando a Vida Pede Pausa e a Alma Pede Presença.

    Já sentiu que seu corpo está aqui, mas sua alma parece muito longe?
    Eu vivi isso. A sensação de estar presente e, ao mesmo tempo, perdida em um vazio que ninguém vê — e ninguém entende.

    Aquela segunda-feira parecia igual a todas as outras. Mas dentro de mim, algo já não estava bem havia dias. O corpo cansado, o peito apertado e uma vontade quase infantil de dormir o dia inteiro, como se o sono pudesse me proteger de uma dor que eu não conseguia nomear.

    Era um vazio estranho. Como se eu tivesse saído do meu próprio corpo e apenas observasse a vida acontecer de fora. Nada me tocava. Nada me movia.

    Foi nesse estado de desconexão que tudo aconteceu. O pânico tomou conta. E, de repente, eu estava cercada — família, namorado, médicos — todos tentando me alcançar, enquanto eu só queria desaparecer.

    Naquele instante, entre lágrimas e medo, compreendi o tamanho do abismo em que estava caindo.
    Não era apenas tristeza.
    Era ausência de mim.


    Quando me perdi de mim mesma

    Já passei por separações, perdas e decepções. Mas nenhuma dor se compara à de não saber mais quem você é. À de olhar para dentro e encontrar um silêncio ensurdecedor.

    Eu me perdi de mim.
    E o que mais doía era não saber por onde começar a voltar.

    Havia culpa, confusão e um cansaço profundo — como se a alma tivesse desistido antes mesmo de mim. E, ainda assim, algo dentro de mim sussurrava:
    “Essa dor também é parte do caminho.”

    Foi quando percebi que precisava ir mais fundo. Mais do que apoio. Mais do que explicações.
    Eu precisava ouvir minha alma.


    Quando os Registros Akáshicos me encontraram

    Dias depois, em meio a esse caos interno, recebi o chamado para voltar aos Registros Akáshicos — algo que sempre esteve comigo, mas que eu havia deixado de lado.

    Naquela leitura, não ouvi promessas nem respostas mágicas.
    Ouvi verdade.

    Os Registros me mostraram que o que eu chamava de “fim” era, na verdade, um ponto de retorno. Um lembrete de que cada dor tem uma origem na alma — e que, às vezes, a vida precisa nos quebrar um pouco para que a luz entre.

    Pela primeira vez em muito tempo, chorei não de desespero, mas de alívio.
    Era como se eu estivesse sendo reconectada a uma frequência esquecida: a frequência da minha própria verdade.


    Quando a vida pede pausa, é a alma pedindo presença

    Aprendi que a dor é a linguagem da alma quando ela não está sendo ouvida.
    E quando ela grita, não é castigo. É chamado.

    Os Registros me ajudaram a entender que aquele pânico não era o fim. Era o início da cura. Era a alma pedindo para voltar.

    E voltar dói.
    Porque exige soltar o que era confortável, encarar o que foi negado e ter coragem de se ver de verdade.

    Mas foi exatamente ali, onde tudo parecia perdido, que uma nova perspectiva começou a nascer.


    A reconstrução

    Desde então, reconstruo minha vida um dia de cada vez.
    Sem pressa. Com presença.

    Reconstruindo a confiança em mim, nos outros e no fluxo da própria existência. Entendi que cada gesto simples — tomar um café com calma, sentir o sol na pele, escrever um texto sincero — é um ato de amor-próprio.

    Aprendi também que a feminilidade não está no controle, mas na entrega.
    O que me quebrou também me reensinou a viver.


    Uma nova perspectiva

    Hoje não tento mais fugir da dor. Eu a escuto.
    Porque entendi que a alma fala através do que dói.

    E quando a gente finalmente ouve, algo dentro da gente floresce — em silêncio.


    Um convite de alma

    Se você chegou até aqui, talvez algo dentro de você também esteja pedindo pausa.

    Talvez você não esteja triste, mas cansada de se afastar de si mesma.
    Talvez o seu corpo esteja seguindo, mas a sua alma esteja pedindo presença.

    Antes de qualquer decisão, quero te convidar a continuar essa leitura, porque esse caminho não começa com respostas prontas — começa com consciência.

    Se você sente que chegou até aqui porque algo dentro de você pediu atenção, talvez esse seja o momento de começar por você.
    👉 Conheça o eBook Desperte Sua Feminilidade

    E, se em algum momento você sentir que é hora de dar um passo além, saiba que existem caminhos de reconexão — no seu tempo, do seu jeito.

    Laécia

    Quando aprendemos a escutar a alma, algo muda também na forma como nos colocamos no mundo…

    👉 Leia também:
    Esgotamento Emocional: Reconhecendo a Depressão Silenciosa

    Quando Tentei Parar com a Dor Que Me Angustiava — O Dia em que os Registros Akáshicos Mudaram Minha Perspectiva
    Um relato real sobre dor, solidão e reconexão. Laécia compartilha como um momento de angústia abriu caminho para o despertar através dos Registros Akáshicos e o reencontro com sua essência.

  • Esgotamento Emocional: Reconhecendo a Depressão Silenciosa

    Tem dias em que eu funciono, mas não vivo.
    Acordo, faço café, respondo mensagens, organizo a casa, tento ser produtiva.
    Mas por dentro, estou em branco.

    Nada dói de forma explícita.
    Nada explode.
    Nada pede socorro em voz alta.

    E talvez por isso seja tão difícil perceber.

    Existe um cansaço que não passa com descanso.
    Uma ausência de vontade que não é preguiça.
    Uma sensação constante de estar “ligada”, mas desconectada de si.

    Esse estado tem nome: esgotamento emocional.
    E muitas vezes ele se disfarça de normalidade.


    O que é esgotamento emocional (e por que ele passa despercebido)

    O esgotamento emocional não surge de um único evento traumático.
    Ele se constrói aos poucos, quando a mulher passa tempo demais sustentando tudo — emoções, responsabilidades, expectativas — sem espaço real de escuta e descanso interno.

    É comum em mulheres sensíveis, conscientes e responsáveis, justamente porque elas aprendem a seguir funcionando mesmo quando algo dentro já está pedindo pausa.

    Não é falta de força.
    É excesso de carga.


    Quando o cansaço não é físico, nem tristeza

    Você continua cumprindo suas obrigações.
    Continua sendo forte.
    Continua dando conta.

    Mas algo dentro de você vai ficando silencioso demais.

    Não é tristeza profunda.
    Não é exatamente depressão clínica.
    É um vazio funcional.
    Uma exaustão que não grita, mas corrói.

    Durante muito tempo, eu achei que isso era maturidade.
    Que era apenas uma fase.
    Que fazia parte de ser adulta, responsável, consciente.

    Até perceber que estava vivendo no automático.
    Sem prazer.
    Sem presença.
    Sem escuta interna.


    Sinais silenciosos de esgotamento emocional em mulheres

    O corpo começa a dar sinais sutis, que muitas vezes são ignorados:

    • irritação sem motivo aparente
    • choro contido ou engolido
    • dificuldade de sentir alegria
    • sensação de vazio mesmo com a vida “em ordem”
    • vontade constante de se recolher ou desaparecer um pouco

    Esses sinais não surgem de forma dramática.
    Eles se acumulam no cotidiano, quando a mulher aprende a se calar para seguir.


    Por que mulheres sensíveis se anestesiam para sobreviver

    A mulher que sente demais, quando não encontra espaço para sentir, começa a se anestesiar.

    E isso é perigoso.

    Porque quando a sensibilidade some, não é força que entra no lugar.
    É endurecimento.

    A feminilidade não nasce da resistência infinita.
    Ela precisa de pausa, fluxo e verdade emocional.


    O que o esgotamento emocional não é

    O esgotamento emocional não é preguiça.
    Não é falta de gratidão.
    Não é drama.
    Não é fraqueza.

    Ele é um sinal de que algo essencial foi deixado de lado por tempo demais.


    Reconhecer não é fraqueza: é um ato de lucidez

    Reconhecer o esgotamento não é desistir.
    É lucidez.

    É admitir que algo precisa ser cuidado antes de quebrar.
    Antes que o corpo peça ajuda de forma mais dura.
    Antes que a alma desista em silêncio.

    Talvez você não precise aguentar mais.
    Talvez precise parar de se abandonar.


    Um primeiro passo para sair do automático

    Este texto não é um diagnóstico.
    É um espelho.

    Se algo aqui tocou você, saiba:
    você não está sozinha, nem errada por sentir assim.

    Existe um caminho de reconexão.
    E ele começa quando você se permite escutar o que tentou calar.

    Se você sente que chegou até aqui porque algo dentro de você pediu atenção, talvez esse seja o momento de começar por você.

    👉 Conheça o eBook Desperte Sua Feminilidade — um primeiro passo de reconexão emocional para mulheres em recomeço.


    Este conteúdo não substitui acompanhamento psicológico ou médico.
    Ele é um convite à escuta interna e ao cuidado emocional consciente.

    Com verdade,
    Laecía

    Sou terapeuta e criadora do Mapa da Alma, um espaço de reflexão e reconexão para mulheres em recomeço emocional e identitário.
    Conheça minha história

    Se esse silêncio interno tem a ver com relações onde você se doou demais, talvez esse outro texto te ajude a entender onde essa dor começou:
    👉 Quando a Amizade Machuca: Reflexões Sobre a Traição