Categoria: Dor & Consciência da Mulher Sensível

Textos sobre a dor da mulher sensível que cuida de todo mundo: cansaço extremo, autoabandono, dificuldade de se priorizar, sentir demais, culpa por dizer “não” e o processo de tomar consciência de que essa dor é real e merece cuidado.

  • Quando a você sente que precisa recomeçar — mas ainda não sabe como.

    Há momentos em que a gente não consegue mais fingir que está tudo bem.

    Nada está exatamente errado…
    Mas também nada está realmente no lugar.

    É como se algo tivesse terminado por dentro,
    mesmo que a vida lá fora continue exigindo força, presença e resposta.

    Eu conheço bem esse lugar.
    E talvez você também.

    O cansaço que não passa.
    A sensação de estar girando, de se sentir incompleta.
    A dificuldade de tomar decisões simples porque tudo parece confuso demais.

    Recomeçar, nesses momentos, não é sobre mudar tudo.
    É sobre pausar.


    Recomeçar não começa com ação — começa com clareza

    Muita gente acredita que recomeçar é criar metas, planos ou rotinas novas.

    Mas quando você está emocionalmente sobrecarregada,
    mais ação sem clareza só aumenta a confusão.

    Antes de avançar, é preciso organizar o que ficou solto por dentro:

    • emoções não nomeadas
    • ciclos mal encerrados
    • identidades que já não fazem mais sentido

    Recomeço real não acontece no impulso.
    Acontece quando nos permitimos escutar com honestidade.


    Por isso eu criei este workbook gratuito

    Preparei um workbook simples e consciente para mulheres que sentem que precisam recomeçar,
    mas não querem mais fazer isso sozinhas, no automático ou se cobrando demais.

    Este material não é motivacional.
    Não é desafio.
    E não promete transformar a sua vida em poucos dias.

    Ele existe para abrir clareza.

    Dentro dele, você vai encontrar:

    • Perguntas que ajudam a encerrar ciclos com mais consciência
    • Exercícios leves de reorganização emocional
    • Espaço para refletir sem julgamento
    • Um primeiro eixo de direção para o próximo passo

    Nada aqui é profundo demais.
    E isso é intencional.

    Este workbook não resolve tudo — ele organiza.


    Para quem é este material

    Este workbook é para você se:

    • sente que algo terminou, mas não sabe exatamente o que começa agora
    • está cansada de tentar se reencontrar sozinha
    • quer clareza antes de tomar novas decisões
    • sente que precisa de um recomeço mais respeitoso consigo

    E talvez não seja para você se:

    • busca fórmulas rápidas
    • quer respostas prontas
    • ou não está disposta a pausar e se escutar

    Um primeiro passo — não o caminho inteiro

    Este material foi pensado como um ponto de partida.

    Ele não entrega todo o ouro.
    Porque alguns processos pedem continuidade, estrutura e aprofundamento.

    Aqui, você começa a se localizar.
    O aprofundamento acontece depois — quando fizer sentido para você.

    Sem pressa.
    Sem empurrão.


    🌿 Baixe gratuitamente aqui

    Se este texto tocou algo em você,
    talvez seja o momento de parar um pouco e se ouvir.

    👉 Clique aqui para baixar o workbook gratuito de recomeço

    Faça no seu tempo.
    Do seu jeito.

    E se, depois, sentir que precisa seguir com mais direção e apoio,
    existem outros caminhos possíveis.

    Mas tudo começa aqui:
    com clareza.

    Laecía

  • O que fazer quando o cansaço não passa com descanso.

    O que fazer quando o cansaço não passa com descanso.

    Se você leu o texto anterior e pensou
    “é exatamente isso que eu sinto”,
    então esse não é um cansaço comum.

    Não é falta de férias.
    Não é preguiça.
    E não é falta de força.

    É cansaço por excesso de sustentação.

    Quando uma mulher passa tempo demais:

    • se explicando,
    • se adaptando,
    • se contendo,
    • se anulando,
    • sendo forte sem pausa,

    o corpo continua de pé,
    mas a alma começa a economizar presença.

    E aí nada resolve:

    • dormir não basta
    • parar não alivia
    • motivação não vem

    Porque o problema não é físico.
    É direcional.


    📌 O primeiro passo não é fazer mais.

    É parar de se violentar em silêncio.

    Antes de qualquer plano, desafio ou decisão grande, existe um ajuste simples — e profundamente restaurador.

    (5 minutos. Sem performance.)


    Pegue papel ou notas do celular e responda apenas isso:

    Hoje, o que mais me cansa não é o que faço —
    é o que eu continuo tolerando.

    Escreva uma coisa só.
    Não faça lista.
    Não racionalize.
    Nomeie.

    Exemplos (apenas para clarear, não para copiar):

    • conversas que me drenam
    • obrigações que já perderam sentido
    • vazios que não se fecham
    • papéis que não me representam mais

    Quando você nomeia, algo importante acontece:
    o cansaço deixa de ser um peso difuso
    e vira um ponto específico.

    Isso é poder.


    🌱 Recompensa desta etapa (importante)

    Se você chegou até aqui, não faça mais nada hoje.
    A recompensa do dia é não se exigir clareza imediata.

    Clareza vem depois do respeito.


    Conexão com o próximo passo

    No texto de amanhã, vamos falar sobre algo essencial:

    Por que tentar “recomeçar” sem aliviar o cansaço primeiro
    quase sempre leva à frustração.

    👉 Amanhã não é sobre agir.
    👉 É sobre preparar o terreno.


    💚 Leitura complementar recomendada

    Se você sente que esse cansaço já vem de longe,
    e quer começar a se reorganizar com mais suavidade:

    👉 Desperte Sua Feminilidade
    (ebook – leitura curta, prática e acolhedora)

    Com carinho

    Laecía

  • O lugar onde você não cabe mais.

    O lugar onde você não cabe mais.

    Mulher olhando pela janela com xícara nas mãos, simbolizando introspecção e mudança interna.

    Tem uma fase em que a vida não desaba.
    Ela só… não encaixa mais.

    As conversas seguem iguais.
    Os lugares seguem ali.
    Os hábitos continuam disponíveis.

    Mas alguma coisa dentro de você parou de caber nisso tudo.

    E é aí que muita mulher se confunde e se culpa.
    Porque o mundo chama isso de “frescura”, “ingratidão”, “crise”, “solidão”.

    Mas, na prática, é outra coisa:

    O que você está sentindo não é fracasso. É expansão.

    É quando a tua consciência cresce e a realidade antiga começa a parecer pequena demais — como vestir uma roupa que ficou apertada.

    Você começa a perceber que:

    • o que antes te distraía agora te cansa
    • o que antes te prendia agora te sufoca
    • o que antes era “normal” agora parece pesado

    O barulho lá fora aumenta justamente porque… quando você começa a ouvir aqui dentro, você deixa de viver no automático.

    E a verdade é simples e dura:

    o automático sempre foi conveniente — mas nunca foi teu.

    Quando nada desmorona, mas tudo perde o sabor

    Tem momentos em que não existe um grande evento.

    Não tem “fim oficial”. Não tem “ruptura bonita”.
    Só uma sensação: as coisas de sempre perderam o sabor.

    E aí a mente tenta resolver do jeito antigo:
    voltar a caber, insistir, se adaptar, “não fazer drama”.

    Mas esse é exatamente o ponto onde muitas mulheres se traem.

    Porque o estranhamento não é um defeito em você.
    É um aviso de que você cresceu.

    Isso não é solidão. É o chamado.

    Existe uma diferença silenciosa entre estar só… e estar sendo chamada.

    Solidão te seca.
    O chamado te acorda.

    O chamado te deixa mais sensível, mais seletiva, mais verdadeira.
    E por isso, por um tempo, ele pode parecer desconfortável.

    Não porque você está perdida.
    Mas porque você está deixando de aceitar versões antigas de si mesma.

    Uma pergunta que muda o dia (sem pressão, sem performance)

    Se você quiser um passo simples, bem pé no chão, sem forçar nada, faz isso hoje:

    Escolhe um hábito que hoje te pesa (uma conversa, uma rotina, um lugar) e pergunta com honestidade:

    “Isso me nutre… ou só me mantém ocupada?”

    Depois repara no corpo.
    A resposta vem antes da explicação.

    Se você quiser, me conta nos comentários:
    qual foi a resposta que você evitava ouvir?

    Se este texto tocou algo em você, talvez não seja força que falte — mas clareza.
    O Recomeço Feminino em 7 Dias é o primeiro passo para organizar o que você sente antes de seguir.


    Leituras recomendadas no Mapa da Alma

    Se este texto falou com você, continua por aqui (na ordem):


    Se você estiver pronta para atravessar essa fase com direção

    Algumas mulheres só precisam de palavras.
    Outras, nessa fase, precisam de uma trilha — pequena, íntima, possível.

    Se você sentir que é o seu caso, eu deixei dois caminhos que combinam com esse momento:


    Continue no Mapa da Alma

    Se esse texto te tocou, não termina aqui. Eu deixei um caminho de leitura para você continuar com calma:


    Com carinho

    Laecía

  • Quiz da Mulher Sensível: sua rotina te aproxima ou te afasta de você?

    Quiz da Mulher Sensível: sua rotina te aproxima ou te afasta de você?

    Se 2025 te deixou cansada, não é falta de força de vontade.Muitas vezes é excesso de carga + dias no automático.

    Você não está fraca. Você está carregando demais há tempo demais. Esse texto te leva a um quiz leve e honesto para sair do automático e voltar para si.

    Esse quiz não é pra te rotular.
    É um convite pra olhar com carinho pra sua rotina hoje e perceber uma verdade importante:
    mesmo tentando, ela pode estar te afastando da mulher que você quer ser.

    Neste quiz

    Como funciona

    Instrução: para cada pergunta, escolha A, B, C ou D e some os pontos:

    • A = 0
    • B = 1
    • C = 2
    • D = 3

    No final, compare sua pontuação com os resultados. Sem culpa. Sem cobrança.

    Perguntas

    1) Quando você acorda, como começa o seu dia?

    • A) Já pego o celular e entro no modo “resolver”.
    • B) Acordo cansada, mas tento me organizar.
    • C) Faço um gesto pequeno (água, respiração, silêncio).
    • D) Começo com presença (mínimo simples, sem pressa interna).

    2) Sua rotina te dá sensação de…

    • A) Aperto e falta de tempo o dia todo.
    • B) Funcionamento, mas sem prazer.
    • C) Equilíbrio em alguns dias.
    • D) Direção e leveza na maioria dos dias.

    3) Você sente que vive mais para…

    • A) Dar conta.
    • B) Evitar problemas e manter tudo em ordem.
    • C) Cuidar de tudo, tentando se incluir.
    • D) Se incluir com prioridade (sem culpa).

    4) Quando você fica sozinha, o que acontece?

    • A) Minha mente acelera e eu me distraio.
    • B) Eu sinto vazio e tento ocupar.
    • C) Eu sinto incômodo, mas consigo escutar um pouco.
    • D) Eu respiro e volto para mim com calma.

    5) Seu corpo tem te mostrado…

    • A) Exaustão, tensão, sono ruim, ansiedade.
    • B) Cansaço frequente e irritação.
    • C) Alternância (dias bons e dias ruins).
    • D) Sinais de equilíbrio e recuperação.

    6) Você se sente culpada quando descansa?

    • A) Sim, quase sempre.
    • B) Às vezes.
    • C) Raramente.
    • D) Não. Eu entendo descanso como cuidado.

    7) Seus hábitos hoje estão…

    • A) No improviso total.
    • B) Em tentativa, mas sem constância.
    • C) Em construção (pequenos hábitos possíveis).
    • D) Integrados (mínimo consistente).

    8) Se 2026 começasse amanhã, você estaria…

    • A) No mesmo ciclo, só mais cansada.
    • B) Tentando mudar, mas sem clareza.
    • C) Com uma direção simples e possível.
    • D) Em processo real de recomeço.

    Resultados

    Some sua pontuação e veja onde você está hoje (sem rótulos):

    0–7 pontos — Modo sobrevivência

    Você não está fraca. Você está carregando demais há tempo demais. Sua rotina funciona por fora, mas te custa presença por dentro.

    Foco agora: parar de se abandonar em pequenas escolhas diárias. O começo precisa ser possível.

    8–15 pontos — Transição (você acordou, mas o automático ainda puxa)

    Você já percebeu que não dá mais pra viver do mesmo jeito. Agora seu desafio é criar direção leve, sem endurecer e sem se cobrar.

    Foco agora: simplificar e proteger sua energia com hábitos mínimos.

    16–20 pontos — Clareza em construção

    Você já tem sinais de presença. Falta um mínimo consistente para você não se perder de novo quando a vida aperta.

    Foco agora: constância gentil: pouco, mas verdadeiro.

    21–24 pontos — Leveza com direção

    Sua base existe. Seu próximo passo é aprofundar: mais verdade, mais presença, menos força bruta.

    Foco agora: viver sem performance — com identidade e intenção.

    Se este texto tocou algo em você, talvez não seja força que falte — mas clareza.
    O Recomeço Feminino em 7 Dias é o primeiro passo para organizar o que você sente antes de seguir.

    Próximo passo (sem pressão)

    Se esse quiz tocou em algo real, não transforme isso em cobrança.
    Transforme em direção.

    Desperte Sua Feminilidade é o caminho que eu criei para mulheres que estão cansadas de sobreviver e querem voltar para si com leveza, verdade e presença — sem se abandonar.

    Ver Desperte Sua Feminilidade

    Daqui a 60 dias, você pode estar no mesmo lugar… ou pode olhar pra trás e perceber: eu comecei. 🌿

    Com Carinho

    Laecía

  • Se 2025 te deixou cansada, não foi falta de força de vontade.Foi excesso de carga sem direção.

    Você não está fraca. Você está carregando demais há tempo demais. Este quiz é um espelho leve para entender o seu cansaço, sair do automático e voltar para si — sem culpa, sem performance.

    Você carregou muitas tarefas, segurou pontas demais, resolveu o que ninguém via.
    E quase sem perceber, virou “normal” viver assim:

    • dias no automático
    • mente sempre ligada
    • corpo sem descanso
    • e você ficando por último

    Este não é um texto para te cobrar.
    É um convite para te devolver para você.

    Neste artigo

    A verdade sobre o cansaço

    Existe um cansaço que não é só físico.
    É o cansaço de ser forte o tempo todo.

    Quando a vida vira sobrevivência, a rotina “funciona”… mas ela cobra um preço:
    ela te mantém ocupada o suficiente para você não perceber que está se afastando da mulher que quer ser.

    E isso não se resolve com mais cobrança.
    Se constrói com intenção, leveza e hábitos que cabem na vida real.

    Quiz: sua rotina te aproxima ou te afasta de você?

    Importante: esse quiz não te rotula. Ele te mostra um retrato gentil do agora.
    Responda com honestidade. Sem se julgar.

    → Vá direto para “Como interpretar o resultado”

    Como interpretar o resultado

    O objetivo não é “ter a rotina perfeita”.
    É parar de se abandonar em nome de um funcionamento que te drena.

    O final de 2025 pode ser o seu ponto de virada.
    Não pelo que você vai fazer a mais.
    Mas pelo que você vai parar de carregar sozinha.

    Próximo passo com leveza

    Se esse tema tocou você, eu preparei dois caminhos (sem pressão):

    Ver Despertar sua Feminilidade
    Ver Recomeço Feminino em 7 Dias

    Daqui a 60 dias, você pode estar no mesmo lugar… ou pode olhar pra trás e perceber: eu comecei. 🌿

    Fazer o Quiz agora

    Ver Desperte Sua Feminilidade

    Com carinho.

    Laecía

    Se este texto tocou algo em você, talvez não seja força que falte — mas clareza.
    O Recomeço Feminino em 7 Dias é o primeiro passo para organizar o que você sente antes de seguir.

  • O teste que nenhuma mulher faz antes de se perder emocionalmente

    Mulher adulta refletindo sozinha em uma biblioteca, simbolizando autoconhecimento e reconexão emocional feminina
    Às vezes, o que parece apenas silêncio é o início de um reencontro consigo mesma.

    Ninguém acorda um dia e decide se abandonar emocionalmente.
    Isso acontece aos poucos.
    Quando você engole o cansaço para não incomodar.
    Quando normaliza viver no limite.
    Quando aprende a sustentar tudo — menos a si mesma.

    A maioria das mulheres não percebe quando começa a se perder.
    Porque não é um colapso visível.
    É um silenciamento interno.

    Você continua funcionando.
    Trabalhando. Cuidando. Resolvendo.
    Mas algo em você vai ficando distante.

    O que é autonegligência emocional feminina?

    É quando você:

    • ignora seus próprios limites;
    • normaliza o cansaço constante;
    • vive resolvendo tudo para todos;
    • mas já não se escuta mais.

    Isso não é fraqueza.
    É sobrevivência prolongada.
    E sobreviver por tempo demais cobra um preço alto.

    O teste que quase ninguém faz (mas deveria)

    Antes de continuar, responda mentalmente — com sinceridade:

    • Quando foi a última vez que você tomou uma decisão pensando em você, sem culpa?
    • Você sente que está vivendo… ou apenas administrando problemas?
    • Se nada mudar nos próximos seis meses, isso te assusta ou parece “normal”?
    • Você cuida de todo mundo, mas sente que ninguém realmente cuida de você?

    Se essas perguntas incomodaram, isso já é um sinal.

    Os 3 níveis silenciosos de alerta emocional

    🟡 Alerta 1 – Desconexão silenciosa
    Você anda funcionando, mas sem prazer.
    Tudo virou obrigação.

    🟠 Alerta 2 – Exaustão emocional funcional
    Você está cansada, mas continua.
    Chora sozinha. Cala para não parar.

    🔴 Alerta 3 – Autonegligência consolidada
    Aqui, você já se colocou por último tantas vezes
    que não sabe mais o que quer — só o que precisa.

    Importante: isso não define quem você é.
    Define apenas o quanto você tem se deixado por último.

    O que fazer quando você percebe isso?

    O primeiro passo não é ser mais forte.
    É parar de se abandonar.

    Você não precisa mudar tudo de uma vez.
    Precisa começar com clareza emocional.

    E é exatamente por isso que existem dois caminhos possíveis — sem violência, sem pressão, no seu tempo.


    Um próximo passo possível (sem se violentar)

    Se você chegou até aqui, é porque algo em você pediu atenção.

    ✨ Opção 1 – eBook Desperte Sua Feminilidade

    Um guia íntimo e prático para mulheres que querem:

    • se reconectar consigo mesmas,
    • reorganizar rotina, energia e limites,
    • voltar a se escutar sem culpa,
    • sem fórmulas mágicas e sem se perder em teoria.

    👉 Ideal para quem quer começar sozinha, no próprio ritmo.
    🔗 Quero começar pelo eBook


    Opção 2 – Sessão de Clareza Emocional

    Uma conversa guiada para:

    • organizar sentimentos,
    • identificar bloqueios invisíveis,
    • sair da confusão para decisões conscientes.

    👉 Ideal para quem percebeu que não dá mais para resolver tudo sozinha.
    🔗 Quero conversar com você


    Escolha por você. Hoje.

    Você pode continuar sustentando tudo.
    Ou pode começar a se sustentar também.

    Se você chegou até aqui, não foi por acaso.
    Algo em você já entendeu que seguir se abandonando custa caro demais.

    Com carinho,
    Laécia

    “Se você se reconheceu aqui, talvez esse texto te ajude a entender por que você aprendeu a se calar…”

    👉 Aprendendo a Não Me Desculpar por Ser Sensível

    👉 Reconectando com a Alma: Quando a Vida Pede Pausa…

  • Transformando Escuta em Vendas: Método para Terapeutas

    Transformando Escuta em Vendas: Método para Terapeutas

    Mulher atendendo cliente em chamada de vídeo, ouvindo com atenção, representando o trabalho de terapeuta online

    Transformando Escuta em Vendas: O Método que Nenhuma Terapeuta Te Ensinou

    Em 2019, eu estava perdida.
    Mudança de cidade, desemprego, a sensação constante de não saber mais qual era o meu lugar no mundo.

    Para pagar contas, comecei a aceitar pequenos trabalhos. Nada glamouroso. Nada alinhado com propósito. Apenas sobrevivência. Até que um dia apareceu um anúncio diferente: alguém buscava ajuda com comunicação e vendas.

    Eu sabia ouvir.
    Vendas, não.

    Comunicação sempre foi minha base. Relações humanas, escuta, presença. Mas vendas… vendas sempre me pareceram invasivas, pressionadoras, artificiais. Ainda assim, algo dentro de mim disse: “vai”.

    O dia em que entendi o poder de ouvir

    Na primeira conversa, algo curioso aconteceu.
    Não foi técnica. Não foi script.
    Foi escuta real.

    Eu ouvi aquela pessoa de verdade. As dúvidas, os medos, o que ela não dizia em voz alta. E a decisão veio com leveza. Sem pressão. Sem empurrão.

    Foi ali que percebi:
    👉 o que converte não é falar melhor — é ouvir melhor.

    A partir dali, comecei a atuar em lançamentos no Brasil, Europa e Estados Unidos. Meu papel era simples e profundo: escutar, acolher, organizar a decisão.

    Ganhei dinheiro, sim.
    Mas ganhei algo mais importante: clareza sobre quem eu era e como eu queria trabalhar.

    O erro silencioso de muitas terapeutas

    Com o tempo, percebi um padrão entre terapeutas sensíveis e espirituais:

    • sabem acolher
    • sabem cuidar
    • sabem sustentar processos profundos

    Mas travam exatamente na hora de oferecer.

    Não porque não sabem vender.
    Mas porque confundem venda com invasão.

    E aqui está a verdade que ninguém diz:

    Vender, para uma terapeuta, não é convencer.
    É sustentar presença até a decisão amadurecer.

    Quando espiritualidade e vendas se encontram

    Foi nesse mesmo período que os Registros Akáshicos voltaram para a minha vida.
    E algo fez sentido de forma definitiva.

    Eu percebi onde me sabotava.
    Por que travava quando as coisas começavam a dar certo.
    Por que sentia culpa ao cobrar.

    Não era falta de técnica.
    Era desalinhamento interno.

    Quando alinhei escuta, presença, espiritualidade e clareza, vender deixou de ser esforço. Passou a ser consequência.

    Se você é terapeuta e sente isso…

    Talvez você também:

    • sente que tem muito a oferecer, mas trava na hora de falar do seu trabalho
    • escuta profundamente, mas não sabe como conduzir a conversa até a decisão
    • sente culpa ao cobrar
    • acha que precisa “se masculinizar” para vender

    Você não precisa.

    Você precisa organizar sua escuta.


    Um próximo passo possível

    Se este texto tocou você, existem dois caminhos naturais — escolha o que faz sentido agora:

    👉 Para terapeutas que querem aprender a vender sem se violentar

    Leia este texto complementar:
    Guia Prático: Vendas de Terapia Sem Medo

    👉 Para mulheres que sentem que se perderam de si

    O eBook Desperte Sua Feminilidade nasceu exatamente desse processo.
    Ele não ensina a vender.
    Ele ensina a voltar para si — e, a partir disso, tudo se reorganiza.

    👉 Acesse o eBook Desperte Sua Feminilidade aqui


    Com carinho,
    Laécia

    Antes de vender, muitas mulheres precisam perceber o quanto já estão se abandonando…

  • Recomeçando aos 40: Sua Vida Não Está Atrasada

    Recomeçando aos 40: Sua Vida Não Está Atrasada

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  • Aprendendo a Não Me Desculpar por Ser Sensível

    Mulher com expressão serena e mãos sobre o coração, simbolizando o recomeço, o autoconhecimento e a feminilidade autêntica.
    Um lembrete de que ser sensível é uma força silenciosa — e o primeiro passo para um novo recomeço.

    Passei boa parte da vida acreditando que ser sensível era um defeito.
    Que sentir demais era sinal de fraqueza.
    Que precisar de pausa, silêncio ou recolhimento era falha de caráter.

    Aprendi cedo a pedir desculpa por existir do meu jeito.

    Desculpa por me emocionar.
    Desculpa por me cansar.
    Desculpa por não conseguir sustentar tudo o tempo todo.

    E, sem perceber, fui me moldando para caber.
    Em relações. Em expectativas. Em versões de mim que não eram inteiras.

    Quando a sensibilidade vira culpa

    Existe um momento em que a mulher sensível deixa de se ouvir.
    Ela começa a se vigiar. A se corrigir. A se conter.

    Ser forte vira obrigação.
    Ser racional vira regra.
    Sentir vira excesso.

    Mas ninguém fala sobre o custo disso.

    O corpo começa a dar sinais.
    O cansaço vira constante.
    A alegria fica distante.
    E, em silêncio, nasce a sensação de estar vivendo no automático.

    Não porque você é fraca.
    Mas porque ficou tempo demais longe de si.

    Ser sensível não é fragilidade. É percepção.

    Ser sensível é perceber o que muitos ignoram.
    É captar o clima de um ambiente.
    É sentir quando algo não está alinhado — mesmo que “aparentemente” esteja tudo bem.

    O problema não é sentir.
    O problema é não ter espaço para sustentar o que se sente.

    Quando a mulher sensível não se acolhe, ela se culpa.
    E a culpa, aos poucos, vai minando a autoestima, o desejo e a clareza.

    O início da reconciliação consigo mesma

    Parar de pedir desculpas por ser sensível não acontece de uma vez.
    É um reaprendizado.

    Começa quando você entende que não precisa se endurecer para sobreviver.
    Que pode ser inteira sem se violentar.
    Que pode se respeitar sem se isolar.

    E que talvez o que você chama de “sensibilidade demais”
    seja, na verdade, um chamado para se reconectar.

    Um passo além

    Muitas mulheres que chegam até aqui percebem algo importante:
    não é só sobre parar de se desculpar.
    É sobre voltar para si.

    E esse retorno quase sempre passa por dois caminhos:

    • Reconhecer sua essência feminina, sem culpa e sem performance
    • Ouvir o que a alma está tentando dizer há tempos

    Se você sente que precisa começar com mais leveza, existe um caminho simples e possível.

    👉 Leia também:
    Reconectando com a Alma: A Jornada Registros Akáshicos
    (quando o cansaço não é físico, é desconexão)

    Ou, se preferir um primeiro passo mais prático e gentil:

    👉 Desperte Sua Feminilidade
    Um guia para mulheres sensíveis que querem se reencontrar sem se anular.

    Carinho

    Laecía

    Esse processo de se anular costuma aparecer forte quando sentimos que ‘perdemos tempo’…

  • Reconectando com a Alma: Quando a Vida Pede Pausa e a Alma Pede Presença.

    Já sentiu que seu corpo está aqui, mas sua alma parece muito longe?
    Eu vivi isso. A sensação de estar presente e, ao mesmo tempo, perdida em um vazio que ninguém vê — e ninguém entende.

    Aquela segunda-feira parecia igual a todas as outras. Mas dentro de mim, algo já não estava bem havia dias. O corpo cansado, o peito apertado e uma vontade quase infantil de dormir o dia inteiro, como se o sono pudesse me proteger de uma dor que eu não conseguia nomear.

    Era um vazio estranho. Como se eu tivesse saído do meu próprio corpo e apenas observasse a vida acontecer de fora. Nada me tocava. Nada me movia.

    Foi nesse estado de desconexão que tudo aconteceu. O pânico tomou conta. E, de repente, eu estava cercada — família, namorado, médicos — todos tentando me alcançar, enquanto eu só queria desaparecer.

    Naquele instante, entre lágrimas e medo, compreendi o tamanho do abismo em que estava caindo.
    Não era apenas tristeza.
    Era ausência de mim.


    Quando me perdi de mim mesma

    Já passei por separações, perdas e decepções. Mas nenhuma dor se compara à de não saber mais quem você é. À de olhar para dentro e encontrar um silêncio ensurdecedor.

    Eu me perdi de mim.
    E o que mais doía era não saber por onde começar a voltar.

    Havia culpa, confusão e um cansaço profundo — como se a alma tivesse desistido antes mesmo de mim. E, ainda assim, algo dentro de mim sussurrava:
    “Essa dor também é parte do caminho.”

    Foi quando percebi que precisava ir mais fundo. Mais do que apoio. Mais do que explicações.
    Eu precisava ouvir minha alma.


    Quando os Registros Akáshicos me encontraram

    Dias depois, em meio a esse caos interno, recebi o chamado para voltar aos Registros Akáshicos — algo que sempre esteve comigo, mas que eu havia deixado de lado.

    Naquela leitura, não ouvi promessas nem respostas mágicas.
    Ouvi verdade.

    Os Registros me mostraram que o que eu chamava de “fim” era, na verdade, um ponto de retorno. Um lembrete de que cada dor tem uma origem na alma — e que, às vezes, a vida precisa nos quebrar um pouco para que a luz entre.

    Pela primeira vez em muito tempo, chorei não de desespero, mas de alívio.
    Era como se eu estivesse sendo reconectada a uma frequência esquecida: a frequência da minha própria verdade.


    Quando a vida pede pausa, é a alma pedindo presença

    Aprendi que a dor é a linguagem da alma quando ela não está sendo ouvida.
    E quando ela grita, não é castigo. É chamado.

    Os Registros me ajudaram a entender que aquele pânico não era o fim. Era o início da cura. Era a alma pedindo para voltar.

    E voltar dói.
    Porque exige soltar o que era confortável, encarar o que foi negado e ter coragem de se ver de verdade.

    Mas foi exatamente ali, onde tudo parecia perdido, que uma nova perspectiva começou a nascer.


    A reconstrução

    Desde então, reconstruo minha vida um dia de cada vez.
    Sem pressa. Com presença.

    Reconstruindo a confiança em mim, nos outros e no fluxo da própria existência. Entendi que cada gesto simples — tomar um café com calma, sentir o sol na pele, escrever um texto sincero — é um ato de amor-próprio.

    Aprendi também que a feminilidade não está no controle, mas na entrega.
    O que me quebrou também me reensinou a viver.


    Uma nova perspectiva

    Hoje não tento mais fugir da dor. Eu a escuto.
    Porque entendi que a alma fala através do que dói.

    E quando a gente finalmente ouve, algo dentro da gente floresce — em silêncio.


    Um convite de alma

    Se você chegou até aqui, talvez algo dentro de você também esteja pedindo pausa.

    Talvez você não esteja triste, mas cansada de se afastar de si mesma.
    Talvez o seu corpo esteja seguindo, mas a sua alma esteja pedindo presença.

    Antes de qualquer decisão, quero te convidar a continuar essa leitura, porque esse caminho não começa com respostas prontas — começa com consciência.

    Se você sente que chegou até aqui porque algo dentro de você pediu atenção, talvez esse seja o momento de começar por você.
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    E, se em algum momento você sentir que é hora de dar um passo além, saiba que existem caminhos de reconexão — no seu tempo, do seu jeito.

    Laécia

    Quando aprendemos a escutar a alma, algo muda também na forma como nos colocamos no mundo…

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    Esgotamento Emocional: Reconhecendo a Depressão Silenciosa

    Quando Tentei Parar com a Dor Que Me Angustiava — O Dia em que os Registros Akáshicos Mudaram Minha Perspectiva
    Um relato real sobre dor, solidão e reconexão. Laécia compartilha como um momento de angústia abriu caminho para o despertar através dos Registros Akáshicos e o reencontro com sua essência.